Fátima Mello, em Severgonheira.
saiu em procissão do SESC Juazeiro até o terminal metropolitano, onde pegou um ônibus com destino a cidade do Crato. Já dentro do coletivo, passou a comemorar o aniversário dos passageiros (independente de qual fosse a data). Os passageiros acabaram por se tornar atores do espetáculo, participando da degustação do bolo e do refrigerante ofertado pelo grupo. Uma passageira gostou da brincadeira, compartilhando um pacote de biscoito de polvilho que foi repartido entre os presentes.
tado das ações da comunidade beneficente Zuíla Lavor e formado por crianças que fazem parte da ONG.
Como a maioria das cidades do interior deste país, Juazeiro também possui alguns monumentos da besteira.
Na postagem # 31 sobre o Centenário de Juazeiro, destacamos o evento de lançamento da Sociedade dos Cordelistas Mauditos, em abril de 2000, no SESC Juazeiro.
Uma das figuras mais importantes da história política de Juazeiro do Norte é, sem dúvida, o médico baiano Floro Bartolomeu. Com a pretensão de destacá-lo na nossa saga do centenário, acabei me deparando novamente com o Blog Cariri Cangaço. Lá, além de conhecermos um pouco sobre a figura do Floro Bartolomeu, podemos acompanhar nos comentários uma discussão levantada pela SOS Direitos Humanos, que move um Ação Civil Pública sobre o Massacre do Caldeirão.
Hoje, 10 de junho de 2011, João Gilberto completa 80 anos de idade. Muitas vezes falar em "divisor de águas", do "antes e depois de fulano de tal" em determinada área acaba virando lugar comum. Mas no caso de João Gilberto e da música popular brasileira não temos como fugir disto.
Hoje, na postagem sobre o centenário de Juazeiro do Norte, destacamos o poema "Artesãos de Juazeiro", de Pedro Bandeira. O poeta, repentista, escritor e radialista, que nasceu no município de São José de Piranhas, na Paraíba, chegou em Juazeiro em 1961 e tornou-se um dos grandes nomes da cultura juazeirense.
Poema feito na Guanabara e ali publicado e distribuído por ocasião da exposição “Nordeste da bússola”, no Museu de Arte Moderna e que mereceu os melhores encômios do crítico carioca [mineiro, na verdade] Carlos Drummond de Andrade, do “Jornal do Brasil”, em abril de 1970.