quarta-feira, 17 de junho de 2015

Especial Belchior com DJ Batata



Radiola DJ Batata - Especial Belchior
Sexta-feira, 19 de junho de 2015, a partir das 21h
Na Comedoria e Petiscaria Canteiros
Esquina da Rua São Luiz com Santa Isabel (em frente ao antigo Sant'Esquina)
Juazeiro do Norte-CE
Gratuito.

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V Festival de Repentistas do Ceará Diverso, em Juazeiro do Norte



V Festival de Repentistas do Ceará Diverso
Com os repentistas: Edmilson Ferreira e Antônio Lisboa; Ismael Pereira e Hipólito Moura; Jonas Bezerra e Jonas Andrade; Cícero Cosme e Agustinho de Oliveira
Convidados especiais: Tranquilino Ripuxado (humorista), Amâncio Sobrinho (aboiador), Pedro Ernesto (cordelista), Andrade Juá (caricaturista)
Dia 18 de junho de 2015, 19h
No Terreiro da Mestra Margarida (Sesc Juazeiro do Norte-CE)
Entrada: 2kg de alimentos não-perecíveis ou 400g de leite em pó (não é obrigatório)
Projeto Cordel no Cariri (às 18h):
Lançamento do Cordel Projeto, Arte e Cultura; Escritor: Pedro Ernesto
+ informações: (88) 3085.1566 / (88) 99696.3545.
cearadiverso_tv@yahoo.com.br .

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terça-feira, 16 de junho de 2015

Mediações Culturais debate o Forró Tracional e o Eletrônico



“O programa Mediações Culturais, que ocorre em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura da UFCA, aproveita o momento das festas juninas para trazer uma reflexão sobre o forró nos cruzamentos de suas paisagens sonoras fronteiriças entre o tradicional e o eletrônico.” (sinopse da divulgação do evento) 

Troca de Ideias - Mediações Culturais
Tradicional e Eletrônico: paisagens sonoras do forró
Com Roberto Marques (URCA) e Márcio Mattos (UFCA)
Quinta-feira, 18 de junho de 2015, 18h30
No Teatro do Centro Cultural Banco do Nordeste - CCBNB Cariri
Juazeiro do Norte-CE
Entrada gratuita.

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

‘Sem Fim’, filme de Krzysztof Kieślowski, no Cinematógrapho



Cinematógrapho (com curadoria e mediação de Elvis Pinheiro)
Kieślowski - Quatro obras-primas da fase polonesa
Exibição do filme Sem Fim
Ficha técnica:
Título original: Bez Konca
Direção: Krzysztof Kieślowski
Roteiro: Krzysztof Kieslowski e Krzysztof Piesiewicz
Elenco: Grazyna Szapolowska, Maria Pakulnis, Aleksander Bardini, Jerzy Radziwilowicz, Artur Barcis, Michal Bajor, Marek Kondrat, Tadeusz Bradecki, Danny Webb, Krzysztof Krzeminski
Duração: 109 minutos
Ano: 1985
País de origem: Polônia

“Polônia, 1982. Com a Lei Marcial vigorando, o país vive um clima tenso e opressor. Uma tradutora perde o marido, um jovem advogado e, dominada pela tristeza, saudade e depressão, tenta falar com ele através de um hipnotizador.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na quarta-feira, 17 de junho de 2015, às 19h
No SESC Juazeiro do Norte-CE. Entrada gratuita.

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sábado, 13 de junho de 2015

'O Processo', filme de Orson Welles, em exibição no Cinemarana



Cinemarana (com mediação de Elvis Pinheiro)
Mostra O Monumental Orson Welles
Exibição do filme O Processo
Ficha técnica:
Título original: Le Procès
Direção: Orson Welles
Roteiro: Orson Welles (baseado na obra de Franz Kafka)
Elenco: Anthony Perkins, Jeanne Moreau, Romy Schneider, Elsa Martinelli, Suzanne Flon, Orson Welles, Akim Tamiroff, Madeleine Robinson, Arnoldo Foà, Michael Lonsdale
Duração: 118 minutos
Ano: 1962
Países de origem: Alemanha Ocidental, França, Itália, Iugoslávia

“Josef K acorda um dia e se vê com a polícia em seu quarto. Após ser preso e responder a um processo, passa a investigar o motivo de estar sendo investigado.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na segunda-feira, 15 de junho de 2015, às 19h
No SESC Crato-CE. Entrada gratuita.

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‘Jorge Mautner’, poema de Amador Ribeiro Neto



jorge mautner

vacas currais ladrões leite
tufo condensado nu

estrada vem
eucaliptos carros pinheirais caminhões paineiras carroças asfalto
sem acostamento

vão &

bezerros apartados
frientos

berrando
mã-mã-ãe

bota de novo o cedê do caetano
pra eu ensaiar direitinho

antes
acende aquele
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Amador Ribeiro Neto, no livro Barrocidade (Landy Editora, 2003).

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Uma breve explanação sobre Western



por Cícero Émerson do Nascimento Cardoso

Segundo Vugman (2006)*, o Western é “considerado o gênero cinematográfico norte-americano por excelência”. De fato, o cinema norte-americano produziu para o mundo obras grandiosas deste gênero que alcançou mais do que o mero status de produto mercadológico, tornou-se um mito.

O grande roubo do trem (1903), de Edwin Porter, é considerado o pioneiro do Western e já apresenta algumas características que seriam determinantes para o gênero. Diretores como David W. Griffith, Thomas H. Ince, William S. Hart, John Ford, James Cruze, Tom Mix, dentre outros, deram suas contribuições para a construção de obras cinematográficas que foram, com a “evolução” do gênero, aperfeiçoadas tanto na qualidade técnica, quanto nas constantes inovações de estilos e temas empreendidas por estes.

Um dos temas recorrentes nas obras de Griffith e Ince – a oposição simbólica do bem contra o mal, representada sempre pela ligação do herói com o sagrado e dos vilões com o profano – tornou-se uma das principais características do Western. Seguem-se a estas características: a reinvenção do Velho Oeste, fundindo diferentes épocas e regiões dos Estados Unidos em um mesmo espaço peculiar e submetido a uma mítica atemporalidade; o realismo dos cenários; as movimentadas cenas em que o herói – sempre com seu estimado cavalo – envolve-se em perseguições ou enfrentamentos que exigem dele coragem e agilidade; a figura da mulher pura e singela, capaz de redimir o herói de uma vida de violência; o saloon como palco profícuo para os vilões; as paisagens desérticas e áridas que reforçavam a austeridade da vida das personagens; a recorrente indumentária – roupa com acessórios produzidos em couro, esporas nos sapatos, chapéu e lenço no pescoço – que caracterizava o herói, dentre outras.

Para além desta discussão inicial de cunho mais teórico, considero pertinente dizer que o primeiro filme de Western que eu assisti foi O homem que matou o facínora (1962), de John Ford. Este filme me causou forte impacto pela qualidade do enredo, abordagem de certos temas e caracterização das personagens.

Um dos muitos filmes em que John Ford fez parceria com John Wayne, O homem que matou o facínora é uma adaptação de um conto escrito por Dorothy M. Johnson e discorre sobre um senador que volta à cidade de Shinbone, para o funeral de um velho amigo. O senador conversa com um jornalista explicando-se sobre o porquê de estar naquele funeral e, a partir disso, a história, como um fluxo, começa a ser relatada.

O senador trata-se de Ransom Stoddard (James Stewart) – advogado idealista – e o morto trata-se de Tom Doniphon (John Wayne) – um pistoleiro. Embora amigos, na juventude eles envolveram-se num conflito amoroso porque ambos se apaixonaram pela mesma mulher: Hallie (Vera Miles).

Enquanto o triângulo amoroso se estabelecia, a cidade sofria as ameaças do facínora Liberty Valance (Lee Marvin), vilão que só temia Doniphon e que espancara e roubara Stoddart, a quem reencontrou e provocou com veemência.

Quando Stoddard se vê de todo acossado por Liberty Valance, este decide desafiar o vilão e propõe um duelo, embora não tivesse habilidade no manejo de armas. Durante o duelo, Stoddard, que seria presa fácil para o facínora, consegue sair vencedor. Acontece que ele ganhou a fama, porém quem de fato havia assassinado Liberty Valance fora Doniphon.

Um filme de fluxos de consciência de uma personagem inserida num enredo que se desenvolve entre flashbacks, O homem que matou o facínora tende a exprimir com ironia e inteligência aspectos políticos e sociais que surgem no irremediável. Stoddard revive, no retorno à terra de sua juventude, lembranças por vezes amargas, embora saudosistas e repletas de um sentimento de excessiva gratidão. 

Uma das personagens que mais me chamam atenção, e que protagoniza uma das imagens mais comoventes de companheirismo e amizade no cinema, é a personagem Pompey (Woody Strode). Pompey, que durante toda a trama mostra-se um amigo fiel de Doniphon, está ao lado do caixão, sem necessariamente estar aprisionado pelos grilhões da mera subserviência, porque a ocasião já não o incitava a isto, velando o amigo. Por algum motivo que ainda não sei explicar, sempre que vejo menções a este filme, me vem à memória exatamente esta personagem que, do meu ponto de vista, é uma das mais bem delineadas desta obra.

Enfim, tanto se poderia dizer a respeito deste filme dirigido por um dos maiores nomes do Western, mas voltando a tratar do gênero, o que parece pertinente dizer, para finalizar esta breve explanação, é que este não parece ter arrefecido, pois, como se pode constatar, inúmeras produções atuais recorrem aos elementos que ele apresentou ao mundo e vários dos seus filmes, como O homem que matou o facínora, por exemplo, são mais que atuais e merecem ser vistos e revistos por serem de uma qualidade técnica irrefutável e por apresentarem personagens marcantes que compõem o imaginário que o Western construiu. 

Afinal de contas, parafraseando a fala de uma das personagens de O homem que matou o facínora: isto é o Western, senhores e senhoras, um mito, e que deve ser publicado.


* VUGMAN, Fernando Simão. «Western». In: MASCARELLLO, Fernando. História do cinema mundial. 7. ed. Campinas, SP: Papirus, 2006. (Coleção Campo Imagético).
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Cícero Émerson do Nascimento Cardoso: Professor de Língua Portuguesa da Rede Pública de Ensino do Estado do Ceará; graduado em Letras pela Universidade Regional do Cariri; especialista em Língua Portuguesa, Literaturas Brasileira e Africanas de Língua Portuguesa; mestrando em Literatura Comparada pela Universidade Federal da Paraíba; membro do Núcleo de Pesquisa em Estudos Linguísticos e Literários da Universidade Regional do Cariri – NETLLI do Grupo de Estudos e Pesquisa em Literatura e Sociedade Contemporânea - GELISC. Autor do livro de contos Breve estudo sobre corações endurecidos (2011) e Romanceiro do Norte Juazeiro (2014) e dos folhetos A Beata Luzia vai à guerra e A artesã do chapéu (ou pequena biografia de Maria Raquel). Teve poema selecionado para o evento literário realizado pelo CCBNB “Abril para Leitura” em 2012, 2013, 2014 e 2015. Tem texto publicado pela Revista de Literatura e Arte Boca Escancarada, e desenvolve trabalhos acadêmicos vinculados à Literatura e Filosofia.

Texto originalmente publicado na SÉTIMA: Revista de Cinema (edição 19, de outubro de 2014), que é distribuída gratuitamente na Região do Cariri cearense. A Revista Sétima é uma publicação do Grupo de Estudos Sétima de Cinema, que se reúne semanalmente no SESC de Juazeiro do Norte-CE.

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

‘Amigas de Colégio’, filme de Lukas Moodysson, em exibição no Cine Café



Cine Café (com mediação e curadoria de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Amigas de Colégio
Ficha técnica:
Título original: Fucking Amal
Direção e roteiro: Lukas Moodysson
Elenco: Alexandra Dahlström, Rebecka Liljeberg, Erica Carlson, Mathias Rust, Stefan Hörberg, Josefine Nyberg, Ralph Carlsson, Maria Hedborg
Duração: 89 minutos
Ano: 1998
País de origem: Suécia

“Aos 16 anos, duas meninas bem diferentes tornam-se amigas.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição no sábado, 13 de junho de 2015, às 17h30
No Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri (Juazeiro do Norte). Entrada gratuita.

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dia dos Namorados em Crato com a Festa Crush - Noite dos Solteiros



Festa Crush - Noite Dos Solteiros
Com DJ Di Linard, DJ Deh Lirium, DJ convidado Dan Barros
Sexta-feira, 12 de junho de 2015, 21h
No Casarão Boteco (Crato-CE)
Ingressos:
100 Ingressos do 1º Lote - R$7,00 (esgotado)
100 Ingressos do 2º Lote - R$10,00
150 Ingressos do 3º Lote - R$15,00
Pontos de venda:
Loja Bunny's - Cariri Garden Shopping - (88) 3571.5049
Avalon Locadora - Rua Padre Cícero, 740, Juazeiro do Norte - (88) 3587.1884
Loja Trilha Sonora - Rua Dr. João Pessoa, 91, Crato - (88) 3521.8122
+ informações: (88) 99635.6622 (Celso Bem).

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Feira Cariri Criativo do mês de junho



“A Feira Cariri Criativo é realizada mensalmente no segundo final de semana (quinta-feira, sexta-feira e sábado) no Largo da RFFSA, em Crato-CE, ocupando o espaço em frente à galeria. Se constitui como um espaço de fruição cultural e negócios criativos. Simultaneamente à Feira, e no seu espaço físico, acontecem: Exposições, Oficinas, Exibição de Filmes, Apresentação de Grupos Artísticos, entre outros.

A Feira Cariri Criativo é uma promoção da Universidade Federal do Cariri, realizada pelo Programa de Extensão de Fomento à Economia Criativa do Cariri, Projeto de Cultura Birô Cariri e pela Rede de Empreendedores Criativos do Cariri, em parceria com o Serviço Nacional do Comércio – SESC Cariri, o Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri e a Secretaria de Cultura do Crato.” (sinopse da divulgação do evento)

Feira Cariri Criativo
De 11 a 13 de junho de 2015, das 18h às 22h
Na RFFSA (Crato-CE).

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O abismo do sátiro



por Amador Ribeiro Neto

Ricardo Correia (Rio de Janeiro, 1966) é membro do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e da União Brasileira de Escritores. Publicou O colecionador de vulvas (contos). O abismo do sátiro (Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2014) é sua estreia como poeta.

Alejandro Zambra, o premiado romancista chileno, costuma dizer: “Se você tem uma ideia, diga; se não pode explicá-la, escreva”. Ricardo Correia parece não ter ideia. Não pode explicá-la. E não sabe escrever.

No poema “Ou não” o poeta anuncia: “Quando gastam palavras / com argumentações inúteis / em assuntos que só fariam me desgastar, / torno-me avarento de palavras”. Ou seja, ele parece prezar a palavra. Mas é pura ilusão.  Os versos que começaram mal seguem piores: “E não sou suficientemente falso / para parecer interessado, / e falar de coisas que não me interessam, / só quando escrevo poemas / sobre coisas que não me interessam”. Como se não fora suficiente, prossegue: “Mas sou eu mesmo, / como se tivesse gripado, / fanhoso, / então a voz sai diferente, / mas sou eu mesmo / em certo momento”.

E assim, depois deste baque confessional redundante, lança-se na metalinguagem, como se fora uma tábua de salvação: “Mudo a cada instante, / mas sempre procuro parar / de escrever um poema / antes de discordar do que escrevi, / como terminar de escrever / e ter a sensação / que algo ficou para trás da porta”. Talvez por ter consciência de que deu com os burros n’água, justifica-se: “Meus poemas são todos diferentes / do que parecem dizer”. Não são. Se fossem, o poeta deixaria o próprio leitor chegar a esta conclusão. Como fazem Glauco Mattoso, Frederico Barbosa, Flávio Castro, Alberto Lins Caldas e Alexandre Guarnieri, por exemplo.

Mas Ricardo Correia não se contenta em publicar seu livro. Sente a necessidade de dizer que os poemas foram escritos entre os 16 e 26 anos de idade. E para dizer isto ele redige um texto cujo título é a citação latina de um salmo bíblico: “Abyssus abyssum invocat”. Em tradução livre: “Abismo chama abismo”. É bem sintomático: o poeta anuncia sua derrocada logo depois do prefácio amigo e parcial da grande poeta Olga Savary. É um livro que se apresenta cheio de dificuldades. Uma delas, dizer que aguardou 21 anos para ser publicado. Se a maioridade dos anos não ajudou em nada, pergunto: publicar por quê? Pra quê?

O poeta, depois de discorrer sobre a figura mitológica do sátiro enquanto “sexualidade depravada, bestial”, que “mitologicamente descreve essa corda estendida  sobre  o abismo”, diz: “olho para os poemas e ofereço-os a todos os leitores, como uma tentativa de reincorporar, aos 47 anos, a força que teve em mim durante  uma contraditoriamente eterna juventude!”. Ora, isto parece acerto de contas com o passado. Não é literatura. É matéria para diário íntimo, psicanálise ou coisa afim.

Há um “eu” adolescente divagando pelas páginas deste livro de um homem maduro. No poema “Como?”, desde o título pouco significativo, diz: “Não estou triste, / e isso não é motivo / para estar alegre: / estou simplesmente eu / / Estou eu / pois vejo e me  sinto. / As pessoas sentem algo, / porque estão sempre se incomodando. / Elas se incomodam comigo, / que sou eu”. Parece poesia de guardanapo de bar em festinha de jovenzinhos. O poeta precisa abandonar os pensamentos clichês. Precisa entregar-se ao domínio da linguagem da poesia.  Ao mundo de  sons  e significados na construção do inusual, do inusitado,  do desautomatizado. Ser neorromântico é retrô. E careta.

Adentre nosso tempo, Ricardo Correia. E escreva um livro de poesia contemporânea. Pra valer. Você deve isto aos leitores. 
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Publicado pelo jornal Contraponto, de João Pessoa-PB. Caderno B, coluna “Augusta Poesia”, dia 05 de junho de 2015, p. B-7.

Amador Ribeiro Neto é poeta, crítico literário e de música popular. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Professor do curso de Letras da UFPB.

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Ermano Morais no Música ao Pôr do Sol



Música ao Pôr do Sol apresenta:
Show com Ermano Morais
Sábado, 13 de junho de 2015, às 17h30
Na Praça do Cruzeiro (Ladeira da Integração), Crato-CE
Gratuito
Realização e outras informações: SESC Crato - (88) 3586.9150.

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Programação Orient Cinemas Cariri Shopping - de 11/06 a 17/06/2015

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros
(Jurassic World, 2014)
Direção: Colin Trevorrow
Produção executiva: Jon Jashni, Steven Spielberg, Thomas Tull
Produção: Patrick Crowley, Frank Marshall
Elenco: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Jake Johnson, Judy Greer, Vincent D´Onofrio, Katie McGrath, Nick Robinson, Lauren Lapkus
País: EUA
Gênero: Ação, Aventura
Duração: 124 minutos
Distribuidor: Universal Pictures
Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Quarto filme da série Jurassic Park. O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h, 15h40 (Sala 2)
Dublado 3D: 18h20 (Sala 2)
Legendado: 21h (Sala 2)
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Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível
(Tomorrowland, 2015)
Direção: Brad Bird
Elenco: George Clooney, Britt Robertson, Judy Greer, Kathryn Hahn, Hugh Laurie, Keegan-Michael Key, Pierce Gagnon, Lochlyn Munro, Tim McGraw, Aliyah O´Brien
Produção executiva: Bernard Bellew, Brigham Taylor
Produção: Brad Bird, Jeffrey Chernov, Damon Lindelof
País: EUA
Gênero: Ficção-científica
Duração: 130 minutos
Distribuidor: Walt Disney Studios
Classificação etária: 10 anos
Sinopse: Ligados por um destino, Casey (Britt Robertson), uma adolescente otimista e vibrante com curiosidade científica, e Frank (Clooney), um gênio desiludido, embarcam em uma missão repleta de perigos para desvendar os segredos de um local enigmático em algum lugar no tempo e no espaço conhecido como Tomorrowland. O que eles precisam fazer lá mudará o mundo — e eles — para sempre. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h20, 16h, 18h50 (Sala 1)
Legendado: 21h40* (Sala 1)
* Somente sexta, sábado e véspera de feriado
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Deixa Rolar
(Playing It Cool, 2014)
Direção: Justin Reardon
Produção executiva: Chris Evans
Produção: Nicolas Chartier, Craig J. Flores, McG, Mary Viola
Elenco: Chris Evans, Michelle Monaghan, Aubrey Plaza, Ioan Gruffudd, Topher Grace, Ashley Tisdale, Sarah Dumont, Patrick Warburton, Martin Starr
País: Estados Unidos
Gênero: Comédia, Romance
Duração: 95 minutos
Distribuidor: Imagem Filmes
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: Todo mundo deseja viver um grande amor... Será? Em Deixa Rolar, Chris Evans interpreta um escritor que não acredita no amor. Para provar que ele está errado, seu chefe (Anthony Mackie) o desafia a escrever uma comédia romântica. Tudo vai bem até ele conhecer uma linda mulher (Michelle Monaghan) que muda a sua forma de pensar. Agora, ele terá que usar toda a sua imaginação e talento para conquistar o coração dela. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Legendado: 14h50, 17h, 19h10, 21h20 (Sala 3)
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A Espiã que Sabia de Menos
(Spy, 2015)
Direção: Paul Feig
Elenco: Morena Baccarin, Melissa McCarthy, Rose Byrne, Jason Statham, Jude Law, Allison Janney, Bobby Cannavale, Peter Serafinowicz, 50 Cent
Produção executiva: Gergö Balika, John J. Kelly
Produção: Peter Chernin, Paul Feig, Jessie Henderson, Jenno Topping
País: EUA
Gênero: Ação, Comédia
Duração: 120 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma despretensiosa analista de base da CIA, e heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro (Jude Law) sai da jogada, e outro agente (Jason Statham) fica comprometido, Susan se voluntaria para se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h10, 19h (Sala 4)
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Trocando os Pés
(The Cobbler, 2014)
Direção: Thomas McCarthy
Produção executiva: Michael Bederman, Nicolas Chartier, Zev Foreman
Produção: Mary Jane Skalski
Elenco: Adam Sandler, Dustin Hoffman, Dan Stevens, Steve Buscemi, Ellen Barkin, Glenn Fleshler, Method Man, Joey Slotnick, Melonie Diaz, Yul Vazquez, Elena Kampouris
País: Estados Unidos
Gênero: Comédia, Drama, Fantasia
Duração: 99 minutos
Distribuidor: Imagem Filmes
Classificação etária: 14 anos
Sinopse: A família de Max (Adam Sandler) tem a mesma sapataria há muitas gerações. Ele cuida sozinho da sapataria e assim passa os dias em função do trabalho. Até que um dia ele descobre na sapataria uma máquina que permite a ele assumir a aparência de outras pessoas quando usa os sapatos delas. Agora, ele precisará decidir como lidar com tantas possibilidades, afinal, não é todo dia que podemos experimentar viver a vida de outras pessoas. A comédia ainda conta com Dustin Hoffman, Steve Buscemi, Lynn Cohen, Ellen Barkin e o rapper Method Man no elenco. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 16h40, 21h30 (Sala 4)
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Terremoto: A Falha de San Andreas
(San Andreas, 2015)
Direção: Brad Peyton
Produção: Beau Flynn, Tripp Vinson
Produção executiva: Bruce Berman, Rob Cowan
Elenco: Alexandra Daddario, Dwayne Johnson, Carla Gugino, Colton Haynes, Ioan Gruffudd, Archie Panjabi, Paul Giamatti, Kylie Minogue
País: EUA
Gênero: Ação, Drama, Thriller
Duração: 114 minutos
Distribuidor: Warner Bros.
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Depois que a famosa Falha de San Andreas finalmente cede, provocando um terremoto de magnitude 9 na Califórnia, um piloto de helicóptero de busca e resgate (Dwayne Johnson) e sua ex-esposa fazem juntos o caminho de Los Angeles para São Francisco tentando salvar sua única filha. Mas a jornada traiçoeira rumo ao norte é apenas o começo e quando eles acham que o pior pode ter acabado... está apenas começando. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h20, 16h50, 19h20 (Sala 6)
Legendado: 21h50* (Sala 6)
* Somente sexta, sábado e véspera de feriado
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Qualquer Gato Vira-Lata 2
(Qualquer Gato Vira-Lata 2, 2014)
Direção: Roberto Santucci e Marcelo Antunez
Elenco: Cleo Pires, Dudu Azevedo, Malvino Salvador, Rita Guedes, Letícia Novaes, Álamo Facó, Stela Miranda, Mel Maia
Produção executiva: Heloísa Rezende, Fernando Andrade
Produção: Pedro Rovai, Virginia Limberger
País: Brasil
Gênero: Comédia
Duração: 104 minutos
Distribuidor: Downtown/Paris
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Tati (Cleo Pires) e Conrado (Malvino Salvador), que terminam juntos o primeiro filme, viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Pronta para dar o próximo passo, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento, com transmissão via internet para todos os amigos no Brasil. Mas, ao responder, Conrado solta apenas um `Posso pensar?´. A moça, então, se decepciona e Marcelo (Dudu Azevedo), ex de Tati, volta a ter esperanças. Para complicar, Ângela (Rita Guedes), a ex de Conrado, também é convidada para o mesmo evento no México, onde está lançando um livro, cuja tese bate de frente com a dele. O curioso é que ele mesmo é a prova contrária disso, já que sua ex Angela (Rita Guedes) manda nele e na hora da briga leva até o cachorro embora. Mas a experiência acaba se revelando ainda mais desafiadora para aluna e professor, tendo em vista que tem cheiro de romance no ar. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Filme nacional: 14h, 16h20, 18h40, 21h10 (Sala 5)
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Ingresso:
Valores Inteiros (exceto Sala 3D Digital):
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$11,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$ 15,00

Valores Inteiros para a Sala 3D Digital:
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$15,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$20,00.

Promoção:
De segunda a quarta-feira, todos os ingressos por R$ 5,50, exceto sessões 3D (R$7,50 + R$4,00 óculos)

No Cinema do Cariri Garden Shopping (Juazeiro do Norte-CE)
Site Orient Cinemas: http://www.orientcinemas.com.br/
Número de telefone do cinema: (88) 3571.8275.

Programação sujeita a alterações.

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Filme ‘Brilho eterno de uma mente sem lembranças’, em Nova Olinda



Cine Café Volante (com mediação de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças
Ficha técnica:
Título original: Eternal sunshine of the spotless mind
Direção: Michel Gondry
Roteiro: Charlie Kaufman
Elenco: Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst, Tom Wilkinson, Mark Ruffalo
Duração: 108 minutos
Ano: 2004
País de origem: Estados Unidos

“De Charlie Kalfman, o mesmo roteirista de Quero Ser John Malkovitch, brotou essa incrível história de amor. Um casal se conhece por acaso e uma forte e inexplicável sensação de já se conhecerem vai aproximando-os, vai tornando importante e necessário estarem juntos e saberem mais um do outro. Esta obra-prima contemporânea vai transportar a todos no tempo, no espaço, na memória, no que queremos lembrar, no que desejamos esquecer para não sofrermos. Lindo filme para o dia dos namorados.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na sexta-feira, 12 de junho de 2015, às 19h
Na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda-CE. Entrada gratuita.

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‘Alfred Hitchcock’, poema de Amador Ribeiro Neto



alfred hitchcock

ali havia
ora de havia
uma pista
uma lista
fatos
a rodo

via voyeur de avenidas via a via
fendas
quartos cavalgaduras carros
ora pombas
era o que faltava
o monóculo único mono primata
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Amador Ribeiro Neto, no livro Barrocidade (Landy Editora, 2003).

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