quarta-feira, 18 de junho de 2014

Entrevista: Elvis Pinheiro fala sobre a exibição alternativa de filmes no Cariri



por Ythallo Rodrigues e Luís André Bezerra
fotos: Verônica Leite e Ravena Monte

Quando se pensa em cinema, atualmente é comum ter a imagem das salas dos Shopping Centers. No Cariri, entretanto, não se pode ignorar o trabalho alternativo de projeção de filmes realizado por Elvis Pinheiro. Desde 2003 ele organiza sessões (sempre gratuitas e seguidas de debates relacionados aos filmes) em algumas cidades da região, com a média de cinco filmes exibidos por semana.

Elvis costuma ter "folga" (de exibição dos filmes) apenas nas terças e domingos, comumente seguindo esta programação semanal: na segunda tem o Cinemarana do SESC Crato; na quarta é a vez do Cinematógrapho do SESC Juazeiro; na quinta tem o Cine Arte Leão (no Campus Saúde da Faculdade Leão Sampaio); sábado com o Cine Café do CCBNB Cariri; e esse último projeto agora também virou Cine Café Volante, alternando as sextas-feiras nas cidades de Nova Olinda e Brejo Santo. E não podemos esquecer, obviamente, da Mostra 21, grande evento realizado anualmente.

Elvis Pinheiro é irmão do poeta, cantor e compositor Ermano Morais, e mostrando que também segue essa polivalência, suas atividades ainda incluem organizar o Lume - Ciclo de Leituras, que se reúne às terças no SESC Crato, além da coordenação da Revista e Grupo de Estudos Sétima de Cinema (com reuniões nas tardes de quarta-feira, no SESC Juazeiro) e conseguir tempo para trabalhar como professor.

Mas, diante de tantas tarefas, era imprescindível fazer um recorte temático. E logo abaixo você confere uma entrevista com Elvis Pinheiro sobre o seu trabalho como exibidor de filmes e demais atividades relacionadas ao cinema. Boa leitura!
____


O BERRO - Começando com um clichê, mas que acaba servindo pra situar o leitor no início da conversa: como começou sua relação com o cinema e, mais especificamente, com a ideia de espalhar sessões de filmes (gratuitas) em diversas salas no Cariri?
ELVIS PINHEIRO - Minha relação com o cinema começou muito cedo e foi via televisão. Sempre me fascinaram os seriados e os filmes que passavam em todos os horários na TV. Eu fui um aficionado. As chamadas para assistir os filmes davam dois tons, o do star system e o do cinema de autor, porque aconteciam da seguinte forma: “De Francis Ford Coppola...”, “De Martin Scorcese...”, “Do mestre do suspense, Alfred Hitchcock...” ou se elencava o nome dos grandes astros que fariam parte do filme: “Com Vivien Leigh, Clark Gable e Olivia de Havilland...”, “Sher, Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Jack Nicholson em...”. Esse tipo de chamada me dizia que um filme seria muito bom se fosse de determinado diretor e/ou possuísse tais atores no elenco. Isso foi formulando a mística. O horário em que os filmes passavam também funcionavam como “salas de cinema”. À tarde passavam filmes do Elvis Presley, do Jerry Lewis e, pela madrugada, clássicos e filmes de outros países que não fossem exatamente os EUA. Cheguei a ver filmes, ainda criança, num cinema de interior: vi filmes de Kung fu, tenho muita lembrança disso: o cheiro do cinema e da sensação de Evento, de estar num templo da Imagem. Assim o meu gosto foi se formando. Mas no final de 1995, quando comecei a frequentar o Cinema Veneza, no centro de Recife, construí a minha relação espacial com salas de cinema propriamente ditas, em especial, as salas que exibiam o chamado circuito de filmes de arte.

Essa pergunta é imensa e cobra um segundo parágrafo, porque logo emenda me perguntando como tive a ideia de me tornar exibidor. Bem, ainda criança, quando já tinha visto um filme e sabia que ele era bom, se ele passasse de novo na televisão, já tentava agendar que minha mãe visse comigo, adiantando que se tratava de um filme muito bacana por isso, isso e isso... Sempre gostei de compartilhar aquilo que eu gostava. O meu prazer se renovava. Teve uma hora em Recife que eu já tinha visto tanta coisa boa, que achava absurdo que mais gente não tivesse acesso àqueles filmes, àquelas obras. Eu queria e quero que mais gente goste, ame e se relacione em profundidade com o Cinema. Quando voltei pro Cariri, em dezembro de 2002, voltei com a intenção de encontrar algum lugar para exibir os filmes que eu gostava. No final de maio de 2003 aconteceu a primeira sessão, quando exibi Pulp Fiction, e de lá pra cá não parei mais de compartilhar filmes na região.

Você está à frente de sessões no Cariri há 11 anos, exibindo e debatendo filmes na região. Analisando esse período, o que mais chama a atenção quando você pensa no público caririense de cinema? É possível traçar um paralelo entre o início do seu trabalho (as dificuldades e a aceitação) e como você hoje observa as mesmas questões, 11 anos depois?
Outra pergunta quilométrica! (risos) Bom, eu imaginava no início que a sessão seria para os amigos que eu já possuía e que faziam Teatro ou frequentavam um grupo de leitura da Biblioteca. Pensava que os artistas iriam divulgar e movimentar as sessões e que todo mundo que gostava de cinema que eu já conhecia iria se aproximar para juntar forças, para que a coisa não parasse. Nem amigos, nem gente do teatro, nem as pessoas mais conhecedoras de cinema se aproximaram de mim ou da sala de projeção do que se chamou na época de Cineclube Paradiso. De cara, na primeira mostra eu reuni novos cinéfilos e pessoas que começaram a frequentar a sala do Cineclube Paradiso, mas essas pessoas não eram os Cult, ou as pessoas “do meio”. Eram estudantes secundaristas, era gente do comércio, era dona de casa, costureira, era gente que ficava sabendo da sessão e que se viciava e não parava mais de ir, mas que nem me conheciam antes das sessões e nem eu costumava ver a maioria delas em nenhum lugar diferente da sala de exibição. Uma amiga fotógrafa e que gosta muito de cinema e que eu pedi na época que registrasse as primeiras sessões nunca tirou uma única foto de nenhuma sessão realizada e só apareceu na sessão de número 204, quando eu já estava exibindo filmes na cidade do Crato, em 2005. Muito cedo, então, eu descobri que público de cinema é um público único, heterogêneo, que não se enquadra em perfis estanques. Até hoje, quando escuto piadas de que frequentar o Cine Café é moda de “Cult bacaninha caririense”, eu fico muito tranquilo de ter uma sessão que coincida com um evento de música alternativa ou uma peça badalada, porque a minha sessão continua cheia, com gente sentada no chão de pessoas que aqueles que acusam o Cine Café de ser um lugar para determinado público, eles não conhecem, nem nunca viram aquelas pessoas. Não digo, claro, que não seja frequentado por pessoas da cena caririense, principalmente os mais jovens, mas eles não são, definitivamente, a maioria.

O que mudou então? Hoje eu sei que construí um nome, que as pessoas relacionam Cinema com Elvis Pinheiro. As instituições acreditam e aprovam o meu trabalho e já existe uma boa quantidade de público que confia nas minhas escolhas. Mas o número de pessoas que nunca pisou nem nunca pisará num espaço que eu organizo é astronômico e os que fazem campanha contra é dez vezes maior.

Explica um pouco a Mostra 21 (que ocorre anualmente e teve a última edição em janeiro deste ano). O que diferencia as exibições da Mostra 21 das outras sessões que você apresenta semanalmente no Cariri?
Basicamente, a quantidade de dinheiro envolvida. É um orçamento maior para um evento onde compramos direitos de filmes. É quando eu tenho maior liberdade para a escolha dos títulos. A publicidade é maior e isso acaba gerando um público muito abrangente. É como se fosse uma grande rede de pesca. Só que com filtro. Depois de uma sessão que juntou 130 pessoas, eu consigo retirar três pessoas que se tornarão frequentadoras assíduas das salas de projeção durante o ano. A cada Mostra 21, que reúne um atendimento de mais de mais de duas mil pessoas, eu fico com 15 novos frequentadores assíduos das sessões semanais. E isso pode parecer pouco, mas é um número muito importante e relevante.

Qual a relação que você pontuaria entre os eixos temáticos de todas as Mostras 21? Pensando ano a ano, desde a primeira, existiria alguma conexão entre essas temáticas, pensando nos filmes exibidos?
Sim, existe, claro. As primeiras mostras alertavam para a delícia de ver filme de arte e de que como era importante ver cinema. Alertava sobre o Olhar que se expandia, que se transformava. Depois, na retomada, comecei a chamar as pessoas para situações comportamentais, para que as pessoas se vissem: buscasse se concentrar, descobrissem que a convivência é algo difícil. E nesta última que respiramos Política e que não podemos fugir disso.

Sobre cineclubismo: qual a relação que você estabelece entre as sessões que você realiza na salas do Cariri e o movimento cineclubista do Brasil?
Só haverá cineclubismo se houver amantes do cinema. O meu trabalho é o de uma Cinemateca e não de um Cineclube. Depois de mais dez anos exibindo filmes, montando grupo de estudos, criando revista e a cidade possuindo novamente salas de cinema comercial, agora sim, estamos cada vez mais próximos de uma explosão de cineclubes. Eu sei que formei cinéfilos aqui no Cariri e que muitos deles, a maioria, não precisa mais de mim pra nada. Então essas pessoas devem se reunir e montar pequenos clubes para projetar os filmes que lhes interessem e discutir e pensar sobre eles.

Sobre o cinema "mais comercial", que voltou a existir no Cariri nos últimos dias, depois de anos: qual o comparativo entre os filmes que você exibe e os filmes que são exibidos nos cinemas "de shopping"? Haveria alguma relação entre os dois modos de exibição?
O cinema por estar num shopping vai considerar o filme que exibe um produto com etiqueta e prazo de validade. A pessoa entra no cinema como se entrasse na praça de alimentação e consome o filme com a mesma desimportância com que come um sanduíche, toma um sorvete, bebe um refrigerante e exige a mesma qualidade de satisfação que exige de lojas de roupa ou de comida. O problema, portanto, não é o tipo de filme exibido, mas a relação que o público necessariamente consumidor trava com a sala de exibição. Aquela sala é proibida de passar filmes que desagradem ao gosto das famílias, das crianças, dos adolescentes, dos casais de namorados heterossexuais, dos idosos. Ela não vai desagradar a clientela. O filme ruim será sempre o filme tido como “lento”, “difícil”, “chato”, “polêmico”, “sujo”. É maravilhoso que exista esse cinema porque as cadeiras são muito confortáveis, o som e a imagem são excelentes e porque existem filmes muito bons que merecem todo esse aparato para serem vistos. As salas que eu estou à frente não podem competir. Vou continuar mandando as pessoas desligarem o celular, vou servir de bedel, pedindo silêncio e vou continuar exibindo filmes independente que a maioria aprove ou não aquele filme. Precisamos de salas de cinema para que todas as imagens estejam disponíveis para o público. Eu adoro que a sala do shopping esteja funcionando porque aqueles filmes estavam sem espaço de exibição e considerava isso uma injustiça.

Para encerrar, fala um pouco sobre a Revista e o Grupo de Estudos (ambos chamados de Sétima), que você criou e coordena. Certamente são projetos que fazem parte de uma ideia mais ampla que você tem sobre a cultura cinematográfica. Explica a importância de tais trabalhos e de onde vem o impulso para tocar cada projeto desse.
Eu acredito que não podemos, mesmo, pôr o carro na frente dos bois. Primeiro eu precisava de tempo para perceber que já existia muita gente a fim de ver filmes diferentes, gostando cada vez mais intensamente de cinema para ousar pensar em criar um grupo de estudos. Em 16 de maio de 2012 este grupo podia ser criado. Em 11 de setembro de 2013 podíamos começar a publicar uma revista. Não tenho pressa. Acho que começamos lendo O Que é Cinema, da coleção Primeiros Passos e teve gente que frequentava o grupo naquele momento e sugeria que começássemos por Gilles Deleuze, A Imagem-Tempo. Nunca concordei em assustar as pessoas, tentando jogar na cara delas o que elas não conhecem. Eu não conheço nada, eu não li nada ainda. Vamos começar juntos, ler juntos do início, levantar juntos as primeiras e essenciais questões. A Revista Sétima tem crítica impressionista, tem texto que é apenas a descrição do enredo do filme, tem opinião pura e simples. E este exercício é importantíssimo, antes de exercitarmos uma crítica mais fundamentada em bases teóricas X ou Y. O que eu acredito é que estudar cinema, gostar de cinema e escrever sobre cinema está ao alcance de todos os mortais. Isso não é tarefa de poucos e especiais indivíduos: está aberto para pessoas que estejam ou não na universidade, homens, mulheres, adolescentes, não importa a raça, a orientação sexual, a condição socioeconômica. O Grupo de Estudos e a Revista são dois pontos altos do meu trabalho, mas eles são construções coletivas e que estão sempre se transformando naquilo que as pessoas envolvidas, cada uma dentro do seu tempo, de acordo com a sua dedicação particular está conseguindo fazer.
____


Para conferir semanalmente a programação dos filmes exibidos por Elvis Pinheiro no Cariri, acesse o Guia Cultural O Berro deste blog. E para ler os textos da Sétima - Revista de Cinema, curta a fan page no Facebook, clicando aqui.

.

terça-feira, 17 de junho de 2014

José Mojica Marins



por Gabi Bernardino

José Mojica Marins (São Paulo, 13 de março de 1936), cineasta, ator, roteirista, é mais conhecido principalmente como diretor de cinema de terror e precursor do cinema trash brasileiro, embora já tenha trabalhado com outros gêneros, como drama, faroestes e a pornochanchada. Mojica atua em mais da metade de suas produções, além de produções de quadrinhos, teatro e programas de televisão, como o atual O Estranho Mundo de Zé do Caixão, exibido no Canal Brasil.

Zé do Caixão é um personagem criado por Mojica a partir de um pesadelo, em que um vulto o arrastava até seu próprio túmulo, em outubro de 1963. Foi interpretado pela primeira vez no filme À meia noite levarei sua alma (1963), pelo próprio Mojica. Curiosamente, a fama da criatura ultrapassou a do seu criador e intérprete. Até hoje Mojica tem sua personalidade associada a seu personagem mais famoso.

Mojica foi criado desde os três anos de idade nos fundos do cinema em que seu pai (Antônio André) trabalhava, e este foi o principal estímulo de sua carreira no cinema nacional. Mojica produziu, de dentro de um estúdio improvisado em uma sinagoga abandonada, a sua obra-prima já citada, À meia noite levarei sua alma.

Alvo de muitas censuras e perseguições na época da ditadura militar — embora tenha namorado a filha de um general, e foi o que lhe garantiu segurança considerável para continuar a produzir, mesmo com pouca liberdade. Seu trabalho sofreu as críticas nacionais, não auferindo o mesmo prestígio e reconhecimento internacional, considerado como cinema cult e trash.

Participou do cinema Boca do Lixo (na época em que tinham acabado todos os estúdios como Vera Cruz, Multifilme e Cinedia, do Rio de Janeiro) iniciando o cinema independente com o apoio de Glauber Rocha.

"Eu mostrei que com uma câmera podia-se fazer [cinema]. Eu incentivei o Brasil todo a filmar. Colaborei pra que nosso cinema não acabasse. Eu fui o primeiro da Boca do Lixo e sou o último" — José Mojica Marins em entrevista para a revista Janela (2012). 
____


Gabi Bernardino é estudante do Ensino Médio.

Texto originalmente publicado na SÉTIMA: Revista de Cinema (edição 11, de 20 de novembro de 2013), que é distribuída gratuitamente na Região do Cariri cearense. A Revista Sétima é uma publicação do Grupo de Estudos Sétima de Cinema, que se reúne semanalmente no SESC de Juazeiro do Norte-CE.

.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Encenação do espetáculo 'Cacos Para Um Vitral' no Crato



"A Comum Unidade Oitão de Teatro encena o espetáculo Cacos para um Vitral, com atuação de Alan Oliveira, Edmilson Soares, Mauro Cesar e Suzana Carneiro; e direção de Mauro Cesar.

Obra baseada no ridículo das ilusões da vida, em fragmentos da obra poética e fonográfica de Adélia Prado e Cida Moreira.

O espetáculo é uma aspiração artística a partir do questionamento da direção: como criar uma obra teatral em que o ator/atriz e o espectador estejam suspensos pelo sentimento em toda duração do espetáculo?" (sinopse da divulgação do evento)
____

Espetáculo Cacos Para Um Vitral
Comum Unidade Oitão de Teatro
Direção: Mauro Cesar
Atuação: Alan Oliveira, Edmilson Soaresm Mauro Cesar, Sizana Carneiro
Sexta-feira, 20 de junho de 2014, 20h
No Teatro Adalberto Vamozi (SESC Crato-CE)
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia)
Classificação: 14 anos
+ info.: (88) 3523.4444.

.

'A Vida é Um Canteiro de Obras', filme de Wolfgang Becker, no Cinematógrapho



Cinematógrapho (com mediação de Elvis Pinheiro)
Mostra Encontro com o Cinema Alemão
Exibição do filme A Vida é Um Canteiro de Obras
Título original: Das Leben ist eine Baustelle
Direção: Wolfgang Becker
Roteiro: Tom Tykwer, Wolfgang Becker
Elenco: Jürgen Vogel, Christiane Paul, Ricky Tomlinson, Christina Papamichou, Martina Gedeck, Armin Rohde, Rebecca Hessing, Andrea Sawatzki, Frank-Michael
Duração: 118 minutos
Ano: 1997
País de origem: Alemanha

"Inverno em Berlim: um jovem operário perde seu emprego e é condenado a pagar uma multa. Seu pai morre e Vera, sua nova namorada, vai com ele ao velório. Um filme provocante e, às vezes, cômico, sobre a postura de vida de uma nova geração da cidade grande." (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na quarta-feira, 18 de junho de 2014, às 19h
No SESC Juazeiro do Norte-CE. Entrada gratuita.

.

domingo, 15 de junho de 2014

'Sonnenallee', filme de Leander Haußmann, em exibição no Cinemarana



Cinemarana (com mediação de Elvis Pinheiro)
Mostra Encontro com o Cinema Alemão
Exibição do filme Sonnenallee
Título original: Sonnenallee
Direção: Leander Haußmann
Roteiro: Thomas Brussig, Detlev Buck, Leander Haußmann
Elenco: Alexander Scheer, Alexander Beyer, Robert Stadlober, Teresa Weißbach, Katharina Thalbach, Henry Hübchen, Elena Meißner, Winfried Glatzeder
Duração: 101 minutos
Ano: 1999
País de origem: Alemanha

"Retrato humorístico da vida dos jovens na Berlim de 1973 através da Sonnenallee, avenida que tem o trecho mais longo na Berlim Ocidental e seu trecho mais curto na oriental da cidade dividida." (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na segunda-feira, 16 de junho de 2014, às 19h
No SESC Crato-CE. Entrada gratuita.

.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Sertão Otaku em Juazeiro: Concurso Cosplay, Games, Animes, Shows...



Sertão Otaku
Concurso Cosplay, Games, Concurso de dança, K-Pop, Animes, Mangás, Batalha Campal, Exibições, Séries, Card Game, Oficinas, Concurso Mangá, Maide Café
Shows: Shogun, The Final Boss, Soul Society Band, Dead Throne
Convidados: Eduardo Miranda ("pai dos animes no Brasil"), Sérgio Peixoto (jornalista e escritor)
Dias 14 e 15 de junho de 2014
No SESC Juazeiro do Norte-CE
Entrada (por dia): 2kg de alimento + R$3,00
Ingresso antecipado no SESC Juazeiro.

.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Pablo Lerner no Música ao Pôr do Sol



Música ao Pôr do Sol apresenta:
Show com Pablo Lerner
Sábado, 14 de junho de 2014, às 17h30
Na Pracinha do Cruzeiro (Ladeira da Integração), Crato-CE. Gratuito.
Realização e outras informações: SESC Crato - (88) 3586.9150.

.

Poesia traduzida



por Amador Ribeiro Neto

Décio Pignatari, além de destacar-se como um dos inventores da poesia concreta, revelou-se um apurado tradutor. E renomado ensaísta, prosador e dramaturgo.

Décio era um irreverente por natureza. Irreverência que resultava de sua aguda inteligência e da tolerância zero com a ignorância do público e dos artistas. Não aceitava a boçalidade que graça (melhor seria dizer: desgraça) na cena artística brasileira. Vivia aos murros com a crítica também. Não dava o braço a torcer por nada, quando o assunto era obra artística.

Só acreditava na arte que fosse inovação. Que desestabiliza o receptor. Que volta-se para o criador como um bumerangue. Por isso mesmo ele chegou a criar o termo “produssumo” para indicar que todos produzimos e consumimos em arte.

O volume 31 poetas 214 poemas (Campinas, Editora da Unicamp), subintitulado “Do Rigveda e Safo a Apollinaire”, é uma antologia pessoal de poemas da preferência dele, traduzidos e comentados com grande rigor.

O livro, sem ser esta sua intenção, revela a amplitude dos interesses e conhecimentos poéticos de Décio Pignatari.  Aos que insistem em rotulá-lo de poeta concreto,  ele  nem responde. Rebate com trabalhos em prosa, poesia e teatro que nada têm de poesia. Embora poéticos. Para ele, bem como para Augusto de Campos e Haroldo de Campos, a poesia concreta deixou de existir nos anos 60. Ponto pacífico.

Voltando ao livro: os Hinos de Rigveda datam do século XVI a. C. Já Safo, Alceu, Íbico, Praxila, Catulo, Propércio, e Horácio escrevem  entre os séculos VII a. C e 8 a.C.

Depois do início da era cristã, Juvenal, Marcial, Issa, Burns, Byron, Leopardi, Heine, Browning, Rimbaud e Apollinaire. Sem esquecer-se dos poetas da Dinastia Tang: Li Po, Tu Fu, Kin Tchang-Siu, Liu Yu-Si, Po Chu-I. E, nem tampouco, dos poetas provençais menos conhecidos: Vidal e Vogelweide.

São 3.500 anos de poesia. Num admirável trabalho. Feito a partir de poemas inéditos traduzidos pelo próprio tradutor-organizador. Evidentemente que os critérios são aleatórios e subjetivos. E quem se atreveria a fazer uma antologia com esta envergadura histórica sem estar preso a estes dois fatores?

Difícil destacar poeta(s) e poema(s) neste volume. Arrisco alguma coisa. Vejamos um fragmento de um poema (que poderia ser escrito pelos melhores poetas contemporâneos) da indiana Madeviaca, do século XI a.C.: “você cavalga montanhas de safira / calçando sandálias de pedra lunar / soprando longas trombetas / quando vou apertá-lo / nos potes dos meus peitos? / senhor branco-jasmim / quando vou juntar-me a você / sem a vergonha do corpo / sem o pudor do coração?”.

E para chegarmos ao século XX vejamos um fragmento do poema “Versos a Lou”, de Apollinaire, que parece dialogar com Madeviaca: “Vamos ler no mesmo leito. / No livro do seu próprio corpo / - Livro de leitura ao leito - / Leremos o encantador poema / Das graças do seu lindo corpo”. A linguagem das traduções de Décio Pignatari busca no âmago da cultura de cada poeta a dimensão que “diz melhor” ao leitor contemporâneo.
____


Amador Ribeiro Neto é poeta, crítico literário e de música popular. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Professor do curso de Letras da UFPB.

Publicado pelo jornal Contraponto, de João Pessoa-PB. Caderno B, coluna “Augusta Poesia”, dia 06 de junho de 2014, p. 7.

.

Programação Orient Cinemas Cariri Shopping - de 12/06 a 18/06/2014

Amor Sem Fim
(Endless Love, 2014)
Direção: Shana Feste
Elenco: Alex Pettyfer, Gabriella Wilde, Bruce Greenwood, Joley Richardson, Robert Patrick, Rhys Wakefield, Dayo Okeniyi, Emma Rigby, Anna Enger
Produção executiva: J. Miles Dale, Tracy Falco
Produção: Scott Stuber, Pamela Abdy, Josh Schwartz, Stephanie Savage
País: Estados Unidos
Gênero: Drama, Romance
Duração: 104 minutos
Distribuidor: H2O Films
Sinopse: Na história de Jade Butterfield e David Elliot, uma menina privilegiada e um menino carismático que, contra a vontade dos pais, vivem um intenso caso de amor. Embora separados por fronteiras de classe, a força que os une é inegável e inevitável. Durante os meses seguintes à sua formatura no colegial, Jade, uma jovem protegida e com um futuro brilhante, encanta-se com David, um garoto da classe trabalhadora com um conturbado passado, que, por sua vez, se apaixona perdidamente por ela. O romance colide com tentativas do pai controlador de Jade para conduzi-la à verdade sobre David. Enquanto sua mãe incentiva o relacionamento, seu pai recomenda extrema cautela. Ao longo de um verão inesquecível, os dois jovens amantes desafiam a lógica e permitem a louca paixão determinar o seu futuro juntos. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Legendado: 13h40, 16h00, 18h20, 20h40 (Sala 6)
____


A Culpa é das Estrelas
(The Fault in our Stars, 2014)
Direção: Josh Boone
Elenco: Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff, Willem Dafoe, Laura Dern, Lotte Verbeek, Sam Trammell, Emily Peachey, Mike Birbiglia, Amber Myers, Sophie Guest
Produção executiva: Michele Imperato, Isaac Klausner
Produção: Marty Bowen, Wyck Godfrey
País: Estados Unidos
Gênero: Drama, Romance
Duração: 125 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Sinopse: A história gira em torno de Hazel e Gus, dois adolescentes que se conhecem em um grupo de apoio a pacientes com câncer, e compartilham, além do humor ácido e do desdém por tudo o que é convencional, uma história de amor que os faz embarcar em uma jornada inesquecível. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h00, 15h40, 18h40 (Sala 2)
Legendado: 21h40 (Sala 2)
____


No Limite do Amanhã
(Edge of Tomorrow, 2014)
Direção: Doug Liman
Elenco: Tom Cruise, Emily Blunt, Lara Pulver, Jeremy Piven, Bill Paxton, Madeleine Mantock, Charlotte Riley, Jonas Armstrong, Marianne Jean-Baptiste
Produção executiva: Jon Berg, Hidemi Fukuhara, Joby Harold, Greg Silverman
Produção: Jason Hoffs, Gregory Jacobs, Tom Lassally, Jeffrey Silver, Erwin Stoff
País: EUA
Gênero: Ação, Ficção-científica
Duração: 113 minutos
Distribuidor: Warner Bros
Sinopse: Soldado fica preso em uma falha temporal, voltando sempre para seu último dia de batalha contra alienígenas. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h20, 19h (Sala 4)
Legendado: 21h20 (Sala 4)
____


Malévola
(Maleficent, 2014)
Direção: Robert Stromberg
Elenco: Angelina Jolie, Sharlto Copley, Elle Fanning, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple, Lesley Manville
Produção executiva: Sarah Bradshaw, Don Hahn, Angelina Jolie, Palak Patel, Matt Smith
Produção: Joe Roth
País: Estados Unidos
Gênero: Ação, Aventura, Drama
Duração: 97 minutos
Distribuidor: Walt Disney Studios
Sinopse: Malévola é a história não contada da vilã mais icônica da Disney, do clássico de 1959, A Bela Adormecida. O filme revela os eventos que endureceram o coração de Malévola e a levaram a amaldiçoar a bebê Aurora. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h10, 16h20, 18h30 (Sala 1)
Legendado: 20h50 (Sala 1)
____


Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu Vou!
(Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu Vou!, 2013)
Direção: Marcus Bladini
Elenco: Monica Martelli, Paulo Gustavo, Marcos Palmeira, Ana Lucia Torre, Irene Ravache
Produção executiva: Bianca Villar
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho
País: Brasil
Gênero: Comédia
Duração: 100 minutos
Distribuidor: Downtown/Paris
Sinopse: Fernanda, exemplo da mulher do terceiro milênio, é livre em suas escolhas, independente... e com dificuldade de encontrar um amor. Assim como suas contemporâneas, ela abandonou a vida pessoal para se dedicar à carreira e agora, com 39 anos, acha que a situação afetiva é emergencial. Fernanda aposta tudo em cada relação, se envolve com diferentes tipos de homens - do político sedutor ao hippie gringo - e a cada tentativa acredita ter encontrado seu par ideal. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Filme nacional: 15h20, 18h, 20h30 (Sala 5)
____


X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
(X-Men: Days of Future Past, 2014)
Elenco: Hugh Jackman, Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, Nicholas Hoult, Ellen Page, Peter Dinklage, Evan Peters, James McAvoy, Anna Paquin, Shawn Ashmore
Produção executiva: Todd Hallowell, Stan Lee, Josh McLaglen
Produção: Simon Kinberg, Hutch Parker, Lauren Shuler Donner, Bryan Singer
Direção: Bryan Singer
País: Estados Unidos
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia
Duração: 120 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Sinopse: Os X-Men precisam viajar no tempo para mudar um grande evento histórico que terá impacto global no homem e na natureza mutante. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h50, 16h30, 19h10 (Sala 3)
Legendado: 22h (Sala 3)
____


Rio 2
(Rio 2, 2013)
Elenco: vozes de Anne Hathaway, Jamie Foxx, Leslie Mann, Jesse Eisenberg, Rodrigo Santoro, Jemaine Clement, Andy Garcia, Kristin Chenoweth, Jake T. Austin
Produção: Bruce Anderson, John C. Donkin
Direção: Carlos Saldanha
País: Estados Unidos
Gênero: Animação, Aventura, Comédia
Duração: 101 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Sinopse: Em Rio 2, Blu e sua família embarcam em uma aventura para provar que sabem viver além da vida domesticada. Mas Nigel, nosso vilão preferido, está de volta e buscando vingança, então vai garantir que as férias em família se tornem uma jornada selvagem. Blu, Jade e todos os seus amigos irão levar o público a mais risos, a novos personagens, música, e mais ação, à medida que descobrimos que Blu é capaz de tudo para salvar sua família. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 16h40 (Sala 4)
______________________

Ingresso:
Valores Inteiros (exceto Sala 3D Digital):
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$11,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$ 15,00

Valores Inteiros para a Sala 3D Digital:
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$15,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$20,00.

No Cariri Garden Shopping (Juazeiro do Norte-CE)
Site Orient Cinemas: http://www.orientcinemas.com.br/

Programação sujeita a alterações.

.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

'Cães de Aluguel', filme de Quentin Tarantino, em exibição no Cine Café



Cine Café (com mediação de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Cães de Aluguel
Título original: Reservoir Dogs
Direção e roteiro: Quentin Tarantino
Elenco: Harvey Keitel, Tim Roth, Michael Madsen, Steve Buscemi, Edward Bunker, Quentin Tarantino, Chris Penn, Lawrence Tierney
Duração: 99 minutos
Ano: 1992
País de origem: Estados Unidos

"Uma gangue de ladrões, fugindo de um assalto bem-sucedido, encontra-se em um armazém. O problema é que a polícia está atrás deles, e cada um começa então a desconfiar que possa haver um traidor no grupo." (sinopse da divulgação do evento)

Exibição no sábado, 14 de junho de 2014, às 17h30
No Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri (Juazeiro do Norte). Entrada gratuita.

.

'O Pequeno Príncipe': espetáculo teatral em Juazeiro do Norte



Espetáculo teatral O Pequeno Príncipe
Coletivo Atuantes em Cena (Juazeiro do Norte-CE)
Sábado, 14 de junho de 2014, 15h
No Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB Cariri), Juazeiro do Norte-CE
Entrada gratuita.

.

Em Juazeiro e Nova Olinda: espetáculo 'Dani Night, Meu Passado Me Condena'



"Uma comédia que conta o conflito de uma mulher madura que resolveu casar, e desde então sua vida se transforma em várias aventuras, encontros eletrizantes e divertidos. Entre remédios e bebidas, Dani Night vai contanto as suas desventuras e loucuras pra conseguir desencalhar. Vivendo vários personagens dentro de uma só história, a atriz nos leva ao universo feminino e masculino por uma visão lúdica em busca do grande amor." (sinopse da divulgação do evento)
____

Espetáculo Dani Night, Meu Passado me Condena
Michelle Ferrúcio (Juazeiro do Norte-CE)
Direção: Priscila Lobo
Classificação indicativa: 12 anos
Entrada gratuita.

Dias 13 e 14 de junho de 2014, 19h30:
No Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB Cariri), Juazeiro do Norte-CE

Dia 18 de junho, 19h:
No Teatro Violeta Arraes (Fundação Casa Grande), Nova Olinda-CE.

.

terça-feira, 10 de junho de 2014

'Berlin is in Germany', filme de Hannes Stöhr, em exibição no Cinematógrapho



Cinematógrapho (com mediação de Elvis Pinheiro)
Encontro com o Novíssimo Cinema Alemão
Exibição do filme Berlin is in Germany (ou Berlim Fica na Alemanha)
Título original: Berlin is in Germany
Direção e roteiro: Hannes Stöhr
Elenco: Jörg Schüttauf, Julia Jäger, Robin Becker, Tom Jahn, Edita Malovcic, Robert Lohr, Valentin Plătăreanu, Oscar Martínez
Duração: 90 minutos
Ano: 2001
País de origem: Alemanha

"Após um longo período de reclusão, que teve início ainda nos tempos da antiga RDA, Martin é posto em liberdade na nova Berlim unificada. Involuntariamente, ele entra em conflito com a polícia." (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na quarta-feira, 11 de junho de 2014, às 19h
No SESC Juazeiro do Norte-CE. Entrada gratuita.

.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Apresentação do Coral do Curso de Regência da Escola Virgílio Távora



"O Coral surgiu a partir da prática de canto coletivo do Curso Técnico em Regência (Música) da E.E.E.P. Governador Virgílio Távora, e há três anos vem desenvolvendo atividades musicais por meio de um repertório que compreende um cancioneiro folclórico/popular, estimulando a vivência e a prática da música vocal no ambiente escolar, buscando promover e ampliar o desenvolvimento humano por meio das ações musicais." (sinopse da divulgação do evento)

Terça Musical
Coral do Curso de Regência da Escola Virgílio Távora (Crato-CE)
Parceria: UFCA - Universidade Federal do Cariri (Pró Reitoria de Cultura)
Terça-feira, 10 de junho de 2014, 19h30
No Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB Cariri), Juazeiro do Norte-CE
Entrada gratuita.

.

'4 Dias em Maio', filme de Achim von Borries, em exibição no Cinemarana



Cinemarana (com mediação de Elvis Pinheiro)
Mostra do Novíssimo Cinema Alemão
Exibição do filme 4 Dias em Maio
Título original: 4 Tage im Mai
Direção: Achim von Borries
Roteiro: Achim von Borries, Eduard Reznik
Elenco: Pavel Wenzel, Aleksey Guskov, Ivan Shvedoff, Andrey Merzlikin, Sergey Legostaev, Maksim Kowalewski, Grigoriy Dobrygin, Angelina Häntsch
Duração: 95 minutos
Ano: 2011
Países de origem: Alemanha, Rússia, Ucrânia

"Alemanha, maio de 1945, quatro dias antes do término da Segunda Guerra Mundial, um pequeno grupo de soldados russos ocupa um orfanato na costa do mar Báltico e tenta se arranjar com os habitantes. Na praia ainda há um grupo de soldados alemães, prestes a fugir para Dinamarca. Um filme sobre a guerra, pouco provável, mas com base em fatos reais." (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na segunda-feira, 09 de junho de 2014, às 19h
No SESC Crato-CE. Entrada gratuita.

.