Centenário de Juazeiro do Norte # 30
Embalado pra viagem # 16
Borboletas Azuis (Aves de Jesus)
(Dudé Casado / Geraldo Júnior)
Lá se vai, fiéis amigos, a santa procissão
por entre olhares tristes de pobreza e aflição
Juazeiro, terra santa, muita fé e oração
sofrimento, muita reza e penitência
pra encontrar a salvação
Penei, rezei até me afobar
tanta reza nunca que me ajudou
subia e descia o horto todo dia
mas minha paciência agora já se esgotou
Sofrimento, muita reza e penitência
fanatismo, hipocrisia e miséria
é verdade, e ainda dizem que o paraíso
se consegue sendo pobre sofredor
e desse jeito vivi a vida reprimido
pensando estar certo, meu senhor.
____
"Borboletas azuis" no CD do Dr. Raiz:
"Borboletas Azuis" com Geraldo Júnior e banda, no Teatro SESI de Jacarepaguá (Rio de Janeiro):
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
As antigas, as novas e as eternas poluições do Juazeiro
Centenário de Juazeiro do Norte # 29
O Berro nas antas # 07
Algumas coisas são costumeiras em Juazeiro do Norte: calçadas estreitas; calçadas ocupadas ilegalmente; a reclamação da população por ver as calçadas ocupadas; e a reclamação (de parte) da população quando algo é feito para combater esses "vícios" (mas que muitos parecem se acostumar e dizer "deixa assim mesmo").
Portanto, não deixa de causar discussão a operação do Ministério Público que, esta semana, começou uma operação para desobstruir calçadas ocupadas por comerciantes no centro de Juazeiro. Segundo o promotor José Carlos Félix da Silva, que está à frente da operação, todos foram comunicados sobre a operação há um ano e agora está apenas cumprindo a promessa de recolher o que os comerciantes não retiraram.
Mas esta nossa postagem sobre o Centenário quer apenas pegar carona nesse assunto atual para pescar um texto publicado pelo Berro há 11 anos, sobre o "Festival de Poluição de Juazeiro do Norte". Veremos no texto, assinado por Reginaldo Farias, que algumas coisas mudaram (para melhor, incrivelmente, como a retirada das placas luminosas no centro). E que outras coisas, infelizmente, continuam do mesmo jeito e outras, quem sabe, pioraram.
____
Texto publicado originalmente na edição 28 d'O Berro (abril de 2000):
Juazeiro: poluição moral
por Reginaldo Farias
Juazeiro está entregue nas mãos do "Deus dará". Ao que parece, nossos órgãos de fiscalização não estão desempenhando bem suas funções. Mostra disso é a grande quantidade de poluentes em nossa cidade. Não me refiro a gases tóxicos lançados por carros, indústrias, etc., refiro-me à grande quantidade de sujeira visual, sonora e locomoção de nosso município.
Quem já andou pela principal rua do centro comercial juazeirense sabe do que estou falando. Como se já não bastasse o número crescente de consumidores andando pelas calçadas, os nossos lojistas infestam este espaço destinado aos pedestres com suas mercadorias, obrigando a estes ocuparem a rua. Considero até louvável a construção das rampas para deficientes, mas se o trânsito de pedestres pelas calçadas já é difícil, imaginem para os deficientes.
Mas Juazeiro continua crescendo e, pelo que parece, cresce também a ignorância dos responsáveis por nosso meio ambiente e por nosso comércio. É uma tortura sonora transitar na rua São Pedro. O que se ouve é uma competição entre lojas para ver quem é capaz de deixar o consumidor surdo. A cada dia as lojas investem em sistemas de sons que entopem o ouvido do consumidor com suas porcarias musicais.
Positivamente, temos a "Rádio Centro", que coloca nesta tumultuada rua uma boa programação musical e comercial num volume ambiente, inclusive bem aproveitada por uns poucos empresários deste centro.
Mas como não poderia faltar, contamos ainda com um agravante para a nossa visão: a sinalização de nossas lojas. Sinto-me um autêntico chinês andando por "aqueles" bairros cheios de lojinhas e de um número ainda maior de placas com letrinhas riscadas. Lembram? "Aqueles" dos filmes de aventura, onde geralmente aparecem uns carinhas jogando facas para todos os lados e voando por entre os prédios. E quando chega a noite tudo se transforma, como num passe de mágica. Saímos de um bairro chinês para uma Las Vegas maravilhosa, com seus incríveis painéis luminosos. Estas placas formam um complexo sistema de poluição visual, onde cada um dos "ignorantes" disputa pela maior capacidade de deixar-nos cegos.
Com certeza existe uma negligência por partes das pessoas responsáveis por este tipo de fiscalização. Mas os principais culpados são as pessoas que cometem tamanhos absurdos. Demonstram total falta de ética e respeito para com os seus clientes. Não há uma assessoria neste setor. Quem mora em Juazeiro do Norte já há algum tempo percebe a falta de criatividade de nossos empresários. Lembro-me da época dos letreiros em luz néon: bastou um fazer para em pouco tempo o néon virar uma epidemia. Depois foi a vez daquelas horríveis placas que giravam em nossas calçadas. Por incrível que pareça a moda pegou, mas dou graças por ter durado pouco. E agora estamos na era das placas luminosas, e estas não querem sumir facilmente, pois o dinheiro investido nelas não é de se jogar fora. Resta saber se o retorno é o esperado. Tenho minhas dúvidas...
Vemos que este não é um fato generalizado. Algumas lojas (principalmente as franqueadas e as de telecomunicações) realizam um belo trabalho onde suas decorações e sinalizações prezam pela simplicidade e o bom aproveitamento do espaço.
Estamos vivendo um momento de modificações, em que atitudes como preservação ambiental e o respeito à vida são virtudes procuradas por pessoas que enxergam adiante dos seus semelhantes. São pessoas preocupadas mais com o futuro do planeta do que só "juntar tesouros para o seu túmulo".
E mais...
É inadmissível que uma cidade como Juazeiro, com uma população com mais de 200 mil habitantes e uma população flutuante na ordem de milhões anuais, não tenha um aterro sanitário. E que o nosso lixo seja jogado a céu aberto, onde prejudica o nosso meio ambiente, tornando-se foco de origem de várias doenças.
Como se não bastasse, um dos lixões está localizado no perímetro urbano, caso do lixão localizado próximo ao CEFET [hoje IFET] e hotel Verdes Vales. Lixão que, aliás, tinha sido desativado e que agora volta à ativa sem nenhuma explicação.
Tristes são as expectativas nesse setor, onde os projetos são engavetados e obras estão inacabadas. O que aconteceu com o Parque Ecológico das Timbaúbas, um dos projetos que enriqueceriam o turismo, a cultura e o esporte de nossa região, mas que, infelizmente suas obras foram abandonadas e o local tornou-se uma área perigosa, onde vários crimes de mortes já foram registrados.
O Berro nas antas # 07
Algumas coisas são costumeiras em Juazeiro do Norte: calçadas estreitas; calçadas ocupadas ilegalmente; a reclamação da população por ver as calçadas ocupadas; e a reclamação (de parte) da população quando algo é feito para combater esses "vícios" (mas que muitos parecem se acostumar e dizer "deixa assim mesmo").Portanto, não deixa de causar discussão a operação do Ministério Público que, esta semana, começou uma operação para desobstruir calçadas ocupadas por comerciantes no centro de Juazeiro. Segundo o promotor José Carlos Félix da Silva, que está à frente da operação, todos foram comunicados sobre a operação há um ano e agora está apenas cumprindo a promessa de recolher o que os comerciantes não retiraram.
Mas esta nossa postagem sobre o Centenário quer apenas pegar carona nesse assunto atual para pescar um texto publicado pelo Berro há 11 anos, sobre o "Festival de Poluição de Juazeiro do Norte". Veremos no texto, assinado por Reginaldo Farias, que algumas coisas mudaram (para melhor, incrivelmente, como a retirada das placas luminosas no centro). E que outras coisas, infelizmente, continuam do mesmo jeito e outras, quem sabe, pioraram.
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Texto publicado originalmente na edição 28 d'O Berro (abril de 2000):
Juazeiro: poluição moral
por Reginaldo Farias
Juazeiro está entregue nas mãos do "Deus dará". Ao que parece, nossos órgãos de fiscalização não estão desempenhando bem suas funções. Mostra disso é a grande quantidade de poluentes em nossa cidade. Não me refiro a gases tóxicos lançados por carros, indústrias, etc., refiro-me à grande quantidade de sujeira visual, sonora e locomoção de nosso município.
Quem já andou pela principal rua do centro comercial juazeirense sabe do que estou falando. Como se já não bastasse o número crescente de consumidores andando pelas calçadas, os nossos lojistas infestam este espaço destinado aos pedestres com suas mercadorias, obrigando a estes ocuparem a rua. Considero até louvável a construção das rampas para deficientes, mas se o trânsito de pedestres pelas calçadas já é difícil, imaginem para os deficientes.
Mas Juazeiro continua crescendo e, pelo que parece, cresce também a ignorância dos responsáveis por nosso meio ambiente e por nosso comércio. É uma tortura sonora transitar na rua São Pedro. O que se ouve é uma competição entre lojas para ver quem é capaz de deixar o consumidor surdo. A cada dia as lojas investem em sistemas de sons que entopem o ouvido do consumidor com suas porcarias musicais.
Positivamente, temos a "Rádio Centro", que coloca nesta tumultuada rua uma boa programação musical e comercial num volume ambiente, inclusive bem aproveitada por uns poucos empresários deste centro.
Mas como não poderia faltar, contamos ainda com um agravante para a nossa visão: a sinalização de nossas lojas. Sinto-me um autêntico chinês andando por "aqueles" bairros cheios de lojinhas e de um número ainda maior de placas com letrinhas riscadas. Lembram? "Aqueles" dos filmes de aventura, onde geralmente aparecem uns carinhas jogando facas para todos os lados e voando por entre os prédios. E quando chega a noite tudo se transforma, como num passe de mágica. Saímos de um bairro chinês para uma Las Vegas maravilhosa, com seus incríveis painéis luminosos. Estas placas formam um complexo sistema de poluição visual, onde cada um dos "ignorantes" disputa pela maior capacidade de deixar-nos cegos.
Com certeza existe uma negligência por partes das pessoas responsáveis por este tipo de fiscalização. Mas os principais culpados são as pessoas que cometem tamanhos absurdos. Demonstram total falta de ética e respeito para com os seus clientes. Não há uma assessoria neste setor. Quem mora em Juazeiro do Norte já há algum tempo percebe a falta de criatividade de nossos empresários. Lembro-me da época dos letreiros em luz néon: bastou um fazer para em pouco tempo o néon virar uma epidemia. Depois foi a vez daquelas horríveis placas que giravam em nossas calçadas. Por incrível que pareça a moda pegou, mas dou graças por ter durado pouco. E agora estamos na era das placas luminosas, e estas não querem sumir facilmente, pois o dinheiro investido nelas não é de se jogar fora. Resta saber se o retorno é o esperado. Tenho minhas dúvidas...
Vemos que este não é um fato generalizado. Algumas lojas (principalmente as franqueadas e as de telecomunicações) realizam um belo trabalho onde suas decorações e sinalizações prezam pela simplicidade e o bom aproveitamento do espaço.
Estamos vivendo um momento de modificações, em que atitudes como preservação ambiental e o respeito à vida são virtudes procuradas por pessoas que enxergam adiante dos seus semelhantes. São pessoas preocupadas mais com o futuro do planeta do que só "juntar tesouros para o seu túmulo".
E mais...
É inadmissível que uma cidade como Juazeiro, com uma população com mais de 200 mil habitantes e uma população flutuante na ordem de milhões anuais, não tenha um aterro sanitário. E que o nosso lixo seja jogado a céu aberto, onde prejudica o nosso meio ambiente, tornando-se foco de origem de várias doenças.
Como se não bastasse, um dos lixões está localizado no perímetro urbano, caso do lixão localizado próximo ao CEFET [hoje IFET] e hotel Verdes Vales. Lixão que, aliás, tinha sido desativado e que agora volta à ativa sem nenhuma explicação.
Tristes são as expectativas nesse setor, onde os projetos são engavetados e obras estão inacabadas. O que aconteceu com o Parque Ecológico das Timbaúbas, um dos projetos que enriqueceriam o turismo, a cultura e o esporte de nossa região, mas que, infelizmente suas obras foram abandonadas e o local tornou-se uma área perigosa, onde vários crimes de mortes já foram registrados.
(abril de 2000)
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Obras para encher os olhos... de remela
Centenário de Juazeiro do Norte # 28
Chegou em minhas mãos uma publicação intitulada "Revista Juazeiro Centenário", que trata dos dois primeiros anos da Administração Municipal. A revista aborda, como não poderia deixar de ser, os pontos positivos do governo de Manoel Santana. Alguns problemas que perduraram por vários governos — exemplo disso são as bancas de hortifrutis da rua São Paulo, a poluição das placas luminosas e o mercado do peixe — foram resolvidos. Embora possa ser discutido se as medidas adotadas foram as mais acertadas.
Mas gostaria de comentar um pouco sobre as novas obras propostas dentro da passagem do centenário. Cito como exemplo o Marco de "identidade centenária", o "Portal de Entrada" e o "Portal de Fé". Confesso que esperava que, pelo menos, esses elefantes fossem obras belíssimas. Mas além de não educarem, não trazerem saúde e nem saciarem a fome de ninguém, ainda enfeiam a cidade.
Então, fica meu apelo: deixem isso para depois da conclusão do “Centro de Apoio aos Romeiros”.
Chegou em minhas mãos uma publicação intitulada "Revista Juazeiro Centenário", que trata dos dois primeiros anos da Administração Municipal. A revista aborda, como não poderia deixar de ser, os pontos positivos do governo de Manoel Santana. Alguns problemas que perduraram por vários governos — exemplo disso são as bancas de hortifrutis da rua São Paulo, a poluição das placas luminosas e o mercado do peixe — foram resolvidos. Embora possa ser discutido se as medidas adotadas foram as mais acertadas.
Mas gostaria de comentar um pouco sobre as novas obras propostas dentro da passagem do centenário. Cito como exemplo o Marco de "identidade centenária", o "Portal de Entrada" e o "Portal de Fé". Confesso que esperava que, pelo menos, esses elefantes fossem obras belíssimas. Mas além de não educarem, não trazerem saúde e nem saciarem a fome de ninguém, ainda enfeiam a cidade.
Então, fica meu apelo: deixem isso para depois da conclusão do “Centro de Apoio aos Romeiros”.
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Centenário de Juazeiro do Norte
VI Festival BNB da Música Instrumental
Banda Rubber Soul (Beatles Cover)
Depois do Ponto - Silvero Pereira
Programação do Cine Cariri Shopping - de 13/05 a 19/05/2011
Cine I: Eu Sou o Número Quatro(I am Number Four, Legendado, 2011)
Horários: 18h25 e 20h40
Origem: EUA
Gênero: Ação, Suspense
Classif.: 12 anos
Duração: 110 min.
Distribuidora: Walt Disney Studios
Lanç. Nacional: 15/04/2011
Sinopse: John Smith (Alex Pettyfer) é um adolescente extraordinário que foge de inimigos implacáveis que querem destruí-lo. Alterando sua identidade, mudando de uma cidade para outra com o seu tutor Henri (Timothy Olyphant), John é sempre o novo garoto, sem ligações com seu passado.
Elenco: Alex Pettyfer, Timothy Olyphant, Teresa Palmer, Dianna Agron, Kevin Durand, Callan McAuliffe, Jake Abel, Judith Hoag, Beau Mirchoff
Roteiro: Alfred Gough, Miles Millar, Marti Noxon
Produção Executiva: Chris Bender, Steven Spielberg, J.C. Spink, David Valdes
Produção: Michael Bay
Direção: D.J. Caruso
Trailer:
Cine I: Rango(Rango, Dub., 2011)
Horários: 14h e 16h10
Origem: EUA
Gênero: Animação
Classif.: 10 anos
Duração: 107 min.
Distribuidora: Paramount Pictures
Lanç. Nacional: 09/03/2011
Sinopse: História cômica e transformadora de Rango (Johnny Depp), um camaleão protegido que vive como animal de estimação e que enfrenta uma grande crise de identidade. Afinal, o quão alto pode ser seu objetivo quando o propósito de sua vida é se adaptar? Quando acidentalmente Rango termina na arenosa e violenta cidade de Dirt – um posto avançado e sem lei habitado pelas criaturas mais ardilosas e estranhas de todo o deserto – o nada corajoso lagarto descobre de repente que ele se destaca. Bem-vindo como a última esperança pela qual a cidade esperava, o novo Xerife Rango é forçado a assumir completamente o seu novo papel... até que, em uma série de situações cheias de ação e encontros com criaturas horríveis, Rango começa a se tornar o herói que ele antes somente fingia ser.
Elenco: Vozes de: Johnny Depp, Abigail Breslin, Isla Fisher, Bill Nighy, Claudia Black, Alanna Ubach, Gil Birmingham
Roteiro: John Logan
Produção Executiva: Tim Headington
Produção: John B. Carls, Graham King, Gore Verbinski
Direção: Gore Verbinski
Trailer :
Cine II: Thor(Thor, 2011)
Horários: 15h:40, 18h e 20h20
Origem: EUA
Gênero: Aventura
Classif.: 10 anos
Duração: 114 min.
Distribuidora: Paramount Pictures
Lanç. Nacional: 29/04/2011
Sinopse: Thor (Chris Hemsworth) é um poderoso guerreiro cujas ações imprudentes faz reacender uma guerra antiga. Thor é enviado à Terra por seu pai Odin (Anthony Hopkins) e é forçado a viver entre os humanos. Um jovem bela cientista, Jane Foster (Natalie Portman), tem um efeito profundo sobre Thor, já que ela finalmente se torna seu primeiro amor. É aqui na Terra que Thor aprende o que é preciso para ser um verdadeiro herói, quando o vilão mais perigoso de seu mundo envia as forças mais sombrias de Asgard para invadir a Terra.
Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Kat Dennings, Anthony Hopkins, Idris Elba, Stellan Skarsgård, Ray Stevenson
Roteiro: Ashley Miller, Don Payne, Mark Protosevich, Zack Stentz
Produção Executiva: Louis D´Esposito, Stan Lee, Patricia Whitcher
Produção: Kevin Feige
Direção: Kenneth Branagh
Trailer:
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Preço do ingresso (+ pipoca):
De sexta a terça: Inteira: R$8,00 / Meia: R$4,00
Quarta e quinta: Inteira: R$6,00 /Meia: R$3,00
Mais dicas de filmes ou programação de outros cinemas:
http://www.orientcinemas.com.br/programacao
Mostra de Bandas Armazém do Som - 10/05/2011
Ontem, dia 10 de maio, a Mostra de Bandas Armazém do Som, no SESC Juazeiro, teve o seu dia mais florido. Na programação, nada mais, nada menos do que duas bandas que possuem em sua formação pessoas do sexo feminino. São bandas formadas na cidade de Juazeiro do Norte e que buscam quebrar a barreira do preconceito e pré-julgamento sobre a participação de mulheres na cena do rock caririense, seja nos palcos ou pelo fato de frequentarem shows e ambientes alternativos.
A primeira apresentação da noite foi realizada pela Soul Society Band que, à exceção das demais atrações da noite, não possui nenhuma mulher em sua formação. O show tem seu repertório e suas performances baseados no universo do anime (desenhos animados japonês). Mesmo com pouco mais de 6 meses de formação, a banda agradou bastante ao público.
A segunda
apresentação da noite foi da Iron Doll, formada por quatro integrantes, dos quais três são meninas. A banda que ainda busca se firmar no cenário, levou um grande público ao Teatro Patativa do Assaré e, além de composições próprias, tocou diversos covers nacionais e estrangeiros.Encerrando a programação, a banda Godiva’s, composta totalmente por mulheres e que está na ativa há três anos, além de músicas próprias, agitou o público com músicas cantadas em bom português. No repertório, músicas da MPB contemporânea e rock antigo e novo. A banda mostrou personalidade ao fazer releituras de Raul Seixas, Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
O dia de hoje, 11 de maio de 2011, prossegue com o II Seminário Música e Comportamento, que traz exibições de curtametragens temáticos pelo projeto Cinematógrapho, com mediação de Elvis Pinheiro. Serão cerca de 79 minutos divididos entre os seguintes títulos: Brasil (RJ, 1981, Exp, Cor/Pb, 13min); Álbum de Música (RJ, 1974, Doc, Cor/Pb, 11min); Carioca, Suburbano, Mulato, Malandro - João Nogueira (RJ, 1979, Cor, 13min); Heitor dos Prazeres (RJ, 1965, Doc, Cor, 14min); Martinho da Vila Paris (SP, 1977, Cor, 8min); Noel por Noel (RJ, 2006, Doc, Cor/Pb, 10min); Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba (SP, 2006, Doc, Cor/Pb, 10min).
Os shows musicais ficam a cargo das bandas AR 4, 18h; Esnof, às 19h30; e Offhead, às 21h.
Toda a programação é gratuita.
Mais informações:
Mostra de Bandas Armazém do Som
SESC Juazeiro - Coordenação de Cultura
Rua da Matriz , 227, Centro, Juazeiro do Norte-CE
Fone: (88) 3512.3355.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mostra de Bandas Armazém do Som - 09/05/2011
A Mostra de Bandas Armazém do Som do SESC Juazeiro teve em sua programação de segunda-feira, dia 09, uma noite toda dedicada ao Hip Hop. Com grupos que se originaram em terras juazeirenses, o trabalho demonstrado reafirma Juazeiro do Norte e o Cariri como uma terra promissora também para esse estilo musical.A primeira atração foi o Superação. Liderado por Saulo Tattoo, o grupo traz sempre temas ligados à sua realidade e faz homenagens a grandes personagens da cultura local, como Patativa do Assaré e Luiz Gonzaga. Saulo, o único membro que permanece no grupo desde o seu início, em 2002, traz na bagagem premiações em festivais, a participação num CD Coletânea de Rap cearense e a gravação de 2 CD’s: Revolução Desarmada (2004) e Minha Fé é Meu Combustível (2008).
Em seguida, Relatores, composto por 4 membros, sendo 3 nos vocais e um DJ executando seu trabalho ao vivo em suas picapes. O grupo, com 7 anos de existência, já é bem conhecido da cena local e já excursionou por várias cidades do Nordeste. O quarteto apresentou entrosamento, boa presença de palco e temas que valorizam a cultura regional e se identificam com a realidade vivida por seus integrantes. As letras falam de determinação, esperança e coragem para se vencer as dificuldades da vida.
O grupo Monastério começou sua apresentação chamando a atenção pelo figurino diferenciado: gravatas, paletós, um protótipo de chinês e um DJ vestido com a camisa do Flamengo. O grupo trouxe letras bem humoradas e temas que remetem à valorização do ser humano e da cultura brasileira.Dentro da programação da Mostra de Bandas Armazém do Som, foi inserida a abertura da exposição Guardanapos, de Ricardo Campos. O artista plástico desenvolveu um trabalho criado originalmente em guardanapos de papel, observando cenas urbanas presentes no cotidiano e na dinâmica natural de bares e restaurantes e, depois, retrabalhados em nanquim sobre papel. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 13h às 21h, com entrada franca.
A programação de hoje, dia 10 de maio faz uma homenagem ao público feminino no mundo do Rock'n'Roll. São bandas que possuem pelo menos uma integrante do sexo feminino, dando um toque de charme e beleza nessa cena formada quase que exclusivamente por marmanjos.As bandas que se apresentarão hoje (dia 10 de maio de 2011): Soul Society Band, às 18h; Iron Doll, às 19h30; e Godiva's, às 21h.
Das três, a Godiva’s, criada em 2008, é uma banda formada somente por meninas. O grupo juazeirense batalha para inserir no cenário alternativo a presença fundamental da mulher. A banda é influenciada por diversos nomes da cultura música brasileira, da MPB ao rock.
Ariano Suassuna no Programa do Jô
Lançamos no Youtube uma entrevista com Ariano Suassuna, feita por Jô Soares no ano 2000, em Recife. Uma rara entrevista do Programa do Jô longe dos estúdios de São Paulo.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Rotatória para Playmobil
Centenário de Juazeiro do Norte # 27
Como já foi dito aqui, Juazeiro do Norte é uma cidade com muitas coisas boas, muitas coisas ruins e muitas coisas que a gente fica tentando entender o porquê delas.
Me deparei com esse círculo colocado no cruzamento das ruas José Marrocos com Rui Barbosa.
Aí fica a pergunta se isso aí já é um protótipo de uma pista de pouso para discos voadores; se é, simplesmente, um comercial da Skol; ou se é uma rotatória, como alguns ousaram julgar.
Mas, se for verdade mesmo que isso aí é uma rotatória, deve ter alguém no Demutran ou na Prefeitura que adora brincar com Playmobil!
Tá na hora de deixar essa mania de ser tão mão de vaca!
Como já foi dito aqui, Juazeiro do Norte é uma cidade com muitas coisas boas, muitas coisas ruins e muitas coisas que a gente fica tentando entender o porquê delas.Me deparei com esse círculo colocado no cruzamento das ruas José Marrocos com Rui Barbosa.
Aí fica a pergunta se isso aí já é um protótipo de uma pista de pouso para discos voadores; se é, simplesmente, um comercial da Skol; ou se é uma rotatória, como alguns ousaram julgar.
Mas, se for verdade mesmo que isso aí é uma rotatória, deve ter alguém no Demutran ou na Prefeitura que adora brincar com Playmobil!
Tá na hora de deixar essa mania de ser tão mão de vaca!
Mostra de Bandas Armazém do Som - 4º e 5º dias
fotos do evento: Daniel Fidelis
O dia 07 de maio foi mesmo de arrebentar na Mostra de Bandas Armazém do Som, no SESC Juazeiro, com shows que trouxeram estilos diferentes na mesma noite.
A banda Bazarra, de Petrolina (PE), apresentou músicas próprias e covers de bandas como Legião Urbana e Guns'n'Roses, e se destacou por sua apresentação performática.
A Legalize It, como prometido, passeou por grandes sucessos do reggae. Seu público cativo aplaudiu e cantou durante todo o show, transformando o Teatro Patativa do Assaré numa grande pista de dança.
O show mais esperado da noite foi o da banda Caco Vidro, cujo repertório foi
exclusivamente baseado em músicas do Pink Floyd. A banda, em seu intuito, procurou-se manter o mais fiel possível às músicas que conhecemos deste grande ícone do progressivo mundial. A apresentação, além de performática, trouxe grandes clássicos da banda inglesa, levando o público presente ao delírio. A abertura veio com a primeira parte do
álbum Dark Side of the Moon. Faixas do The Wall e o grande clássico "Wish You Were Here" também foram executadas.
A Mostra de Bandas Armazém do Som prossegue hoje, dia 09 de maio. O estilo da vez é o Hip Hop, que será representado pelos grupos Superação, às 18h; Relatores, às 19h30; e Monastério, às 21h.
Relatores é um grupo bem conhecido da cena local e já está na ativa há 7 anos. Neste tempo, passou por diversas formações e atualmente conta com um CD demonstrativo (gravado num estúdio improvisado) que possui sete faixas e rendeu diversos frutos, como o show de abertura da banda Racionais MC’s, em Fortaleza-CE, além de vários shows pelo Nordeste. Atualmente, os Relatores desenvolvem um novo trabalho intitulado A fé que move multidões, com músicas que abordam temas regionais.
A entrada para o evento é gratuita.
Mais informações:
Mostra de Bandas Armazém do Som
SESC Juazeiro - Coordenação de Cultura
Rua da Matriz , 227, Centro, Juazeiro do Norte-CE
Fone: (88) 3512.3355.
O dia 07 de maio foi mesmo de arrebentar na Mostra de Bandas Armazém do Som, no SESC Juazeiro, com shows que trouxeram estilos diferentes na mesma noite.A banda Bazarra, de Petrolina (PE), apresentou músicas próprias e covers de bandas como Legião Urbana e Guns'n'Roses, e se destacou por sua apresentação performática.
A Legalize It, como prometido, passeou por grandes sucessos do reggae. Seu público cativo aplaudiu e cantou durante todo o show, transformando o Teatro Patativa do Assaré numa grande pista de dança.O show mais esperado da noite foi o da banda Caco Vidro, cujo repertório foi
exclusivamente baseado em músicas do Pink Floyd. A banda, em seu intuito, procurou-se manter o mais fiel possível às músicas que conhecemos deste grande ícone do progressivo mundial. A apresentação, além de performática, trouxe grandes clássicos da banda inglesa, levando o público presente ao delírio. A abertura veio com a primeira parte do
álbum Dark Side of the Moon. Faixas do The Wall e o grande clássico "Wish You Were Here" também foram executadas.A Mostra de Bandas Armazém do Som prossegue hoje, dia 09 de maio. O estilo da vez é o Hip Hop, que será representado pelos grupos Superação, às 18h; Relatores, às 19h30; e Monastério, às 21h.
Relatores é um grupo bem conhecido da cena local e já está na ativa há 7 anos. Neste tempo, passou por diversas formações e atualmente conta com um CD demonstrativo (gravado num estúdio improvisado) que possui sete faixas e rendeu diversos frutos, como o show de abertura da banda Racionais MC’s, em Fortaleza-CE, além de vários shows pelo Nordeste. Atualmente, os Relatores desenvolvem um novo trabalho intitulado A fé que move multidões, com músicas que abordam temas regionais.A entrada para o evento é gratuita.
Mais informações:
Mostra de Bandas Armazém do Som
SESC Juazeiro - Coordenação de Cultura
Rua da Matriz , 227, Centro, Juazeiro do Norte-CE
Fone: (88) 3512.3355.
domingo, 8 de maio de 2011
A campanha do Guarani no ano do Centenário de Juazeiro
Centenário de Juazeiro do Norte # 26
Hoje, dia 8 de maio de 2011, chegou ao fim o Campeonato Cearense de Futebol da temporada. A partida final também significou o fim da linha para o Guarani, que encerrou a sua melhor campanha na história.
Hoje, dia 8 de maio de 2011, chegou ao fim o Campeonato Cearense de Futebol da temporada. A partida final também significou o fim da linha para o Guarani, que encerrou a sua melhor campanha na história.Mesmo com o expressivo e indiscutível placar de 5 a 0 a favor do Ceará Sporting Club, o Guarani pode comemorar o fato de, no ano do Centenário de Juazeiro do Norte, ter feito a melhor campanha da história do clube na competição. O "Leão do Mercado" chegou à semifinal do primeiro turno e à final do segundo turno, este último um feito inédito na sua história.
Vale ressaltar que tanto a eliminação no primeiro quanto a perda do segundo turno foram diante dos maiores detentores de títulos do Estado neste ano. Sendo que, atualmente, o Ceará — que derrotou o Guarani no último jogo — tem o melhor e mais caro elenco do futebol cearense (com uma receita infinitamente maior se comparada aos times do interior), participa da Série A do Campeonato Brasileiro e está nas quartas-de-finais da Copa do Brasil. A equipe de Porangabussu está num nível acima de todos outros concorrentes e não teve grandes dificuldades para quebrar a sequência de quatro títulos seguidos do arquirrival, o Fortaleza.
Todo esse retrospecto favorável ao alvinegro da capital reforça a boa campanha do rubro-negro juazeirense: o Guarani, além de ter perdido para o "campeão arrastão" apenas no jogo final (durante toda a competição) foi o segundo colocado na soma de pontos da classificação geral. A campanha superou o 4º lugar de 1979 e garantiu a participação do clube na série D, na qual fará sua primeira participação em uma competição nacional.
Por todos esses fatores, independente do resultado de hoje (difícil ficar satisfeito com um revés de 5 gols), mas levando em conta todo o campeonato, houve um salto importante para o Leão do Mercado. Que o trabalho continue mirando um sucesso ainda maior nas competições futuras. Isso será bom não só para o Guarani, mas para o futebol e o esporte caririense.
Para os torcedores do Icasa, tenho a dizer que as postagens deste blog para o Centenário de Juazeiro ainda mencionarão fatos da história icasiana, assim como a rivalidade do futebol juazeirense (a clássica disputa entre o "Verdão do Cariri" e o "Leão do Mercado"). Mas hoje o assunto é o Guarani e sua campanha em 2011, então exibimos gols de algumas vitórias da campanha no Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte.
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