quarta-feira, 8 de abril de 2015

'Monika e o Desejo', filme de Ingmar Bergman, em exibição no Cine Café



Cine Café (com mediação e curadoria de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Monika e o Desejo
Ficha técnica:
Título original: Sommaren med Monika
Direção: Ingmar Bergman
Roteiro: Ingmar Bergman (baseado em livro de Per Anders Fogelström)
Elenco: Harriet Andersson, Lars Ekborg, Dagmar Ebbesen, Åke Fridell, Naemi Briese, Åke Grönberg, Sigge Fürst, John Harryson
Duração: 96 minutos
Ano: 1953
País de origem: Suécia

"O jovem Henrik se apaixona perdidamente por Monika, a moça da quitanda. Após Henrik ser despedido do emprego, o casal decide se isolar de todos, fazendo uma idílica viagem de barco pelas ilhas de Estocolmo durante as férias de verão. Monika engravida e a viagem termina. Será que o amor dos jovens resistirá às dificuldades do cotidiano?" (sinopse da divulgação do evento)

Exibição no sábado, 11 de abril de 2015, às 17h30
No Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri (Juazeiro do Norte). Entrada gratuita.

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Em evento: a relação entre o fantástico e o cinema expressionista alemão



A partir dos elementos constituintes da literatura fantástica, o produtor e especialista em literatura, George Belisário, irá discutir sua presença no cinema expressionista alemão.

Impulsos irracionais de uma época:
a relação entre o fantástico e o cinema expressionista alemão
Quinta-feira, 09 de abril de 2015, 19h
No Centro Cultural Banco do Nordeste - CCBNB Cariri (Juazeiro do Norte)
Entrada gratuita.

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terça-feira, 7 de abril de 2015

Hipercinese (3ª edição) em Juazeiro



Hipercinese - 3ª edição - Paz e Amor
Sábado, 11 de abril de 2015, a partir das 22h
Local da festa: Rua Virginia de Mendonça, 612A
Lagoa Seca, Juazeiro do Norte-CE
Ingressos (fone/whatsapp): (88)9635-6622.

Programação:
22h: Abertura: Diego Linard
23h: Banda Apocalypse Dreams - Tame Impala Cover
00h30: Lançamento: Banda Ártico
01h30: Diego Linard - Arabian Set
03h30: Deh Lirium
05h: Iago Marinho
06h30: Arlinda Aventura
08h: Lvcas Lopes
10h: DJ Visiohm (Manaus-AM)

E mais: Pirofagia/Malabares, Hipercinese Recharge, Praça de Alimentação, Tenda do Amor.

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'Há Tanto Tempo Que Te Amo', filme de Philippe Claudel, em Nova Olinda



Cine Café Volante (com mediação de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Há Tanto Tempo Que Te Amo
Ficha técnica:
Título original: Il y a longtemps que je t'aime
Direção e roteiro: Philippe Claudel
Elenco: Kristin Scott Thomas, Elsa Zylberstein, Serge Hazanavicius, Laurent Grévill, Frédéric Pierrot, Jean-Claude Arnaud, Claire Johnston, Lise Ségur as P'tit
Duração: 115 minutos
Ano: 2008
Países de origem: França, Alemanha

"Depois de 15 anos afastada, mulher retorna para a casa de sua irmã e tenta reconstruir sua vida. Filme impactante e poético sobre a força devastadora do amor." (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na sexta-feira, 10 de abril de 2015, às 19h
Na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda-CE. Entrada gratuita.

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O 'Anjo diluidor', de Jon Moreira



por Amador Ribeiro Neto

Conheci Jon Moreira quando tive a feliz oportunidade de ser seu professor no curso de Letras da Universidade Federal da Paraíba. Ele ainda não escrevia poemas, embora já se revelasse poeta pelas respostas conferidas aos textos das avaliações de nossa disciplina – Teoria da Poesia – e pelas leituras interpretativas que fazia de poemas que constavam do conteúdo programático e que eram discutidos em sala de aula.

Logo destacou-se na turma. E começou a mostrar-me rascunhos de seus poemas. Passamos a discutir tanto sua poesia como a necessidade de ler-se poesia, em geral, e as teorias críticas. Aos poucos a admiração que passei a nutrir por sua dedicação às aulas, aos estudos e à produção de sua poesia, evoluiu para uma relação de amizade em que a poesia sempre estava em pauta. De fato vivenciávamos o lema barthesiano que há anos emoldura minha atividade no magistério: saber com sabor.

Incentivei a publicação de seus poemas em suplementos literários e em blogues. E, para minha grata surpresa, de repente apareceu-me com Anjo diluidor, seu primeiro livro, que a Editora Patuá ora publica. Pediu-me o prefácio, desde – ele fez questão de frisar – que eu considerasse pertinente escrevê-lo.

Lido o livro percebi, em bom número de poemas, o caminho aberto para um novo poeta. E um poeta que, mesmo novo, na idade e na experiência de criação poética, revela-se promissor.

Anjo diluidor, ao contrário do que pode sugerir o título, não abranda, não suaviza, não rarefaz a concentração de nada. Ao contrário: o nome do volume, retirado de uma canção de outro paraibano, o querido Chico César, remete, isto sim, a uma ironia que perpassa todo o livro. A ironia, registre-se, fina ironia, – diria quase sempre velada – perpassa os poemas como algo dissimulado ou transverso.

O “anjo”, na acepção de ente espiritual ou pessoa bondosa, passa ao largo da poesia de Jon Moreira. Mas deus e religião são temas de alguns poemas. Não para enaltecer a religiosidade – devota ou piegas. Menos ainda para louvar deus. Ao contrário: o que se constata no livro é um ateísmo convicto que se vale do sagrado para desmascará-lo, para despir sua invencionice. Para dar ao homem o que é do homem: poder de pensar-se num mundo em que ele próprio é o dono da história e da linguagem – e não crer cegamente em entes ou valores transcendentais.

A última estrofe do poema “Higgs” pontua: “Um dia que já não bastava / ser-se / Adão, sentindo-se só / Criou Deus”.

A inversão da mitologia judaico-cristã confere ao poema a transversa ironia a que me referi acima. Ela vaza o poema desmontando um dos pilares da crendice ocidental – ou, mais especificamente, a latina – e a latino-americana.

A poesia de Jon Moreira, calcada, antes de mais nada, na busca de uma textura da linguagem, na procura de um rigor da palavra, no zelo com a sonoridade, com as imagens e com as ideias elege, enquanto um de seus modos de expressão determinante, a metalinguagem. Não a metalinguagem explícita, didática e exaustiva. Mas aquela que sabe projetar-se como um elemento sutil, quando na verdade é um tsunami de emoções.

Eis aqui outra característica de sua poesia: ela trabalha a semioticidade da palavra, associada a um feixe de emoções. O leitor sensibiliza-se com esta linguagem de linguagens. Com este corpo a corpo do poeta com a expressão poética. Uma sensibilidade que advém do equilíbrio entre o que se diz e como se diz. Enfim, a emoção nasce do trabalho com a palavra, e não da verborragia destemperada de vocábulos seguidos por interjeições ou reticências.

Aliás, o uso que o poeta faz da pontuação, bem como da sintaxe, e do recorte semântico, resume-se ao essencial. Sempre que possível, a pontuação é suprimida em benefício de uma maior cumplicidade do leitor. A sintaxe promove uma relação limítrofe entre a norma culta e a popular com admiráveis resultados. A semântica sabe colher os vocábulos mais expressivos, quer para afirmar ou negar uma ideia. Enfim, até nisto Jon Moreira sabe manter o leitor cativo.

Ao lado do ateísmo e da metalinguagem, o erotismo apresenta-se em sua poesia de duas maneiras: ora nu e ora cru – fazendo parelha íntima com a pornografia. Aqui, a diferença que estabeleço entre erotismo e pornografia nada tem de moral. Antes: relaciona-se com o modo pelo qual o objeto se a-presenta (heideggereanamente falando) na cena. Se insinuado, ou parcialmente expresso, nomeio-o erotismo; se explícito e desnudado em seu caráter de crueza, pornografia. A nenhum dos dois casos aplico o adjetivo obsceno. A ambos penso o uso da linguagem em primeiro lugar.

Tomemos rapidamente o poema “Beijo”. A genitália feminina desdobra e descola-se entre o vermelho que se estende do batom dos lábios às formas contíguas da vagina. Zona de transição entre os conceitos. De fato, a literatura é o campo dos múltiplos significados e significantes. E sua teoria também o é. Para sorte dos que amam a arte. E para desespero dos aristotélicos e cartesianos de plantão.

Pois bem, para desenhar a imagem pornográfica, encontramos no poema o vocábulo “cu”. O monossílabo tônico, tão forte no som quanto impactante no significado, aparece desprovido de qualquer insinuação. Surge direto e explícito impondo o sexo desnudado e à luz direta: “o beijo / (...) tem forma de cu”. Cito o poema na íntegra:

O beijo
– do excesso de batom
no papel jogado –
tem forma de cu
nas pregas do lábio
no círculo aberto,
vermelho, ágil.

Já em “A primeira manhã” a descrição estampada cede lugar à exposição de ideias dissimuladas. O conceito vai esboçando-se pouco a pouco, com a calma e a intencionalidade do desejo. Os corpos entrelaçam-se na voz do silêncio, trancados um dentro do outro. A imagem é levemente sugerida. O ritmo dos versos arquiteta a estrutura da cena. O amor (enquanto Eros > erotismo) impera ímpar. Eis o poema:

O sol
–  como num clichê de novela –
esperou por nós
e a sós, nascemos.

O silêncio nos foi pai
ao redor das bocas
calou-nos a sete nós
trancando um tão por
dentro d’outro
que ressoa num
a outra muda voz.

Outra marca da poesia de Jon Moreira é a referência – direta ou sutil – à poesia de Augusto dos Anjos, Drummond, João Cabral, Glauco Mattoso, Paulo Leminski, Augusto de Campos, entre outros contemporâneos. O poeta sabe associar a poética da condensação, da negação, da sacanagem, da metalinguagem, da materialidade dos vocábulos a um coloquialismo bem natural e equilibrado.

Ao lançar mão do recurso de versos inteiramente rasurados, é como se ofertasse-nos o rascunho do poema a ser recuperado – ou suprimido. Ou seja: o que permanece como definitivo traz consigo as marcas do que fora efêmero.

Melhor: sutil efêmero. Efemeridade reforçada. Já que o que era para ser ignorado, comparece enquanto sombra do que se firma como realidade. Jogo de luz e sombra – se caro aos poetas barrocos – aqui ressurge refletindo muito mais a prosa poética de Machado de Assis em D. Casmurro, do que as circunvoluções pictóricas daquele movimento artístico.

Digo que em Jon Moreira o par luz-sombra espelha o Bentinho que escreve e apaga “pichações” para Capitu, no muro de sua casa. Em que o próprio narrador machadiano pede ao leitor que “risque” o que ele escrevera em capítulos anteriores. E mais que tudo: ao final do livro, sugere ao leitor que anule tudo que fora lido. E que se dirija a outro livro – aquele que ele promete um dia escrever. Em resumo: o lido deve ser renegado. O que está para ler-se é o que vale.

Fina e corrosiva ironia machadiana. Pois bem: este recurso de “riscar” as palavras, usado por Jon Moreira, faz o leitor descer à gênese do poema e poder constatar sua feitura e sua recusa. Falsa recusa? Melhor dizer: oblíqua recusa que, antiteticamente, às avessas, nega – para afirmar e incorporar o negado. Não como superação dialética, mas enquanto incorporação semiótica da falha.

Pois bem, a poesia de Jon Moreira, ainda que incipiente – repito – anuncia um promissor poeta. Pelo que tenho acompanhado de sua trajetória, aposto na continuidade de suas leituras – tanto de poesia como de teorias – e, por isto mesmo, aposto em seu talento, na continuidade de sua produção poética. O leitor encontra em Anjo diluidor uma expressiva mostra da jovem poesia de hoje. Em tempo: anjo quer dizer enviado. Que poesia oblíqua este anjo nos traz. Evoé!

(Este texto, com breves alterações, prefacia o livro Anjo diluidor, de Jon Moreira). 

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Publicado pelo Correio das Artes, março/2015, ano 66, nº 1, p. 38-39, suplemento literário do jornal A União, de João Pessoa, em 29 de março de 2015, na coluna Festas Semióticas.

Amador Ribeiro Neto é poeta, crítico literário e de música popular. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Professor do curso de Letras da UFPB.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

‘Marighella’, filme de Isa Grinspum Ferraz, em exibição no Cinematógrapho



Cinematógrapho (com curadoria e mediação de Elvis Pinheiro)
Mostra: A Ditadura Militar Brasileira Revisitada no Cinema
Exibição do filme Marighella
Ficha técnica:
Título original: Marighella
Direção e roteiro: Isa Grinspum Ferraz
Elenco: Lázaro Ramos (voz - narrador)
Duração: 96 minutos
Ano: 2011
País de origem: Brasil

“História do líder comunista e parlamentar Carlos Marighella, que foi vítima de prisões e torturas. Ele, que é o autor do Manual do Guerrilheiro Urbano, foi considerado o inimigo número um da ditadura militar.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na quarta-feira, 08 de abril de 2015, às 19h
No SESC Juazeiro do Norte-CE. Entrada gratuita.

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'A Corporação': a história de maçãs podres(?!)



por Luís André Bezerra

O documentário canadense A Corporação, de 2003 (direção de Jennifer Abbott e Mark Achbar), tem o mérito de tratar do óbvio e deixar a impressão de que esse «óbvio» precisa ser discutido de maneira mais séria e aprofundada. Com roteiro baseado no livro A Corporação, a busca patológica por lucro e poder, de Joel Bakan, o filme traça um histórico das grandes corporações mundiais, do início da Era Industrial até o grande poder atualmente exercido por elas.

A construção fílmica apresenta uma montagem criativa (por vezes lançando mão da ironia), discorrendo sobre diversos aspectos das atuações (nem sempre ou quase nunca éticas) das grandes marcas que movimentam uma quantia incalculável de dinheiro. E a grande sacada da produção parece estar na discussão da relação entre a «pessoa física» e a «pessoa jurídica» (esta atribuída às corporações). O filme questiona: se as empresas sempre defende(ra)m ter os mesmos direitos que as pessoas físicas, por que geralmente a elas não se cobram os deveres geralmente exercidos pelos cidadãos?

Seguindo essa premissa, os diretores também apresentam uma comparação: se a corporação quer se assemelhar a uma «pessoa física», como seria essa pessoa? Ela estaria atualmente sofrendo de algum distúrbio? O diagnóstico apresentado é claro: a «corporação-pessoa» sofre de psicopatia. Na sua atuação está demonstrada a incapacidade de possuir o básico que qualquer cidadão deve exercer: responsabilidade ética e social. A corporação-modelo, digamos assim, apresenta um único (ou primordial) propósito na sua atuação: obter lucro para seus proprietários e acionistas.

O filme possui dezenas de depoimentos e relatos que buscam desvendar o que há por trás das ações de diversas corporações ao longo do tempo, inclusive em determinados momentos históricos: como a aproximação costumeira das grandes empresas com regimes autoritários e até o pensamento dos mineradores durante a queda das Torres Gêmeas, no 11 de setembro: «boa notícia, o preço do ouro vai subir». Outras questões, como o poder de persuasão do marketing e a total falta de preocupação com o meio ambiente, são aspectos debatidos num documentário com mais de duas horas de duração.

A Corporação foi lançado há mais de 10 anos, mas a discussão proposta parece ser cada vez mais atual, levando-se em conta que a «sustentabilidade» foi bastante discutida no filme — recomendando que esta deixe de ser um mero discurso de empresários que posam de «responsáveis e protetores do planeta», para ser um compromisso social das empresas perante as sociedades — e de lá pra cá tal assunto tem sido cada vez mais relevante. Assim como a urgência pela prestação de contas das corporações, pelo grande prejuízo ambiental, político e social que vêm causando desde o século XIX.
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Luís André Bezerra é doutor em Letras pela UFPB, professor (substituto) do Curso de Letras da URCA e integrante da equipe do blog O Berro.

Texto originalmente publicado na SÉTIMA: Revista de Cinema (edição 18, de 07 de maio de 2014), que é distribuída gratuitamente na Região do Cariri cearense. A Revista Sétima é uma publicação do Grupo de Estudos Sétima de Cinema, que se reúne semanalmente no SESC de Juazeiro do Norte-CE.

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Grupo Afrôs no Armazém do Som



“O Grupo Afrôs é uma banda independente de São Luís do Maranhão que investe na musicalidade tradicional maranhense e brasileira contemporânea. Inoromô é um show cênico-musical da banda independente Afrôs, no qual a Fé: apresentada pela entidade Oxum, que adentra o palco proclamando orações em Iorubá, quando se canta o afoxé 'Dente de Ouro' e pelo samba de roda 'Preta', que fala das iabás (orixás femininos).” (sinopse da divulgação do evento)

Armazém do Som com o Grupo Afrôs (São Luís-MA)
Sexta-feira, 10 de abril de 2015, 19h
No Teatro Sesc Patativa do Assaré (Juazeiro do Norte-CE)
Entrada gratuita
+ info.: (88)3587.1065.

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Em Juazeiro: show musical com Ary Monteiro e Trio Sertão a Fora



Música Instrumental
Apresentação de Ary Monteiro e Trio Sertão a Fora
Terça-feira, 07 de abril de 2015, 20h
No Centro Cultural Banco do Nordeste - CCBNB Cariri (Juazeiro do Norte-CE)
Entrada gratuita.

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sábado, 4 de abril de 2015

'Cidadão Kane' na Revista Bravo! Especial 100 Filmes Essenciais



Do papel # 30

Texto da Revista Bravo! com os (pela revista considerados) 100 filmes essenciais da história do cinema. Cidadão Kane ocupa o primeiro lugar da lista. Clique nas imagens abaixo para ampliar as páginas da revista.
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Cidadão Kane - Orson Welles
Revista Bravo! Especial 100 Filmes Essenciais da História do Cinema (3ª edição, 2009)

Inventividade formal e narrativa são as chaves que fizeram o filme ocupar o lugar divino no céu da cinefilia

Só mesmo um talento de fora do cinema para revolucionar a linguagem cinematográfica quando esta já se encontrava próxima de ter meio século de existência. Ator desde adolescente, diretor de teatro e de programas de rádio em seguida, Orson Welles encarna todos os estereótipos do gênio precoce. Para arrematar a fama, estreou no cinema aos 25 anos, dirigindo Cidadão Kane, obra que ocupa a posição de Deus no ceú da cinefilia.

Segundo palavras do próprio Welles, o filme “conta a investigação feita por um jornalista para descobrir o significado da últimas palavras de Kane [um magnata da imprensa livremente inspirado no milionário e dono de jornais William Randolph Hearst]. Na visão do repórter, as últimas palavras de um homem devem explicar sua vida. O que talvez seja verdade. Ele nunca chega a descobrir o que Kane quis dizer com a palavra ‘Rosebud’, mas o público descobre. Sua investigação leva-o a se aproximar de cinco pessoas que conheceram bem Kane, que o amaram ou o detestaram. Elas lhe contam histórias diferentes, cada uma de um ponto de vista parcial, de tal modo que a verdade sobre Kane só pode ser deduzida pela soma de tudo o que foi dito sobre ele, como aliás qualquer verdade sobre um indivíduo”. O roteiro engenhoso traz a assinatura de Welles e de Herman J. Mankiewicz.

A sobreposição de diferentes focos é resolvida, na estrutura do filme, por meio da ruptura com padrões bem estabelecidos da indústria, como a narrativa linear, a definição clara da psicologia dos envolvidos e a sobriedade no recurso a simbolismos e extravagâncias visuais. E é essa atitude de desobediência a códigos definidos e a invenção visual e narrativa que transformam o filme numa fabulação cinematográfica da vida de seu personagem em vez de simplesmente uma crônica de fatos pessoais narrada com início, meio e fim.

Além disso, vários elementos formais identificam sua singularidade: o uso dramático da profundidade de campo, o recurso do flashback para narrar distintos pontos de vista de um mesmo indivíduo e a presença visual no teto nos cenários em contraponto à posição baixa da câmera, cujo efeito é ampliar a estatura e o significado dos personagens. As soluções visuais são do genial diretor de fotografia, Gregg Troland.

Já experiente em recursos sonoros depois de seus trabalhos no rádio, Welles também acentuou o visual da obra com efeitos dramáticos, como o barulho da chuva batendo num telhado de vidro, os passos no silêncio da biblioteca e a sobreposição de vozes que transforma em cacofonia as diversas falas que se misturam no tempo.

Nem tudo, porém, se explica pela genialidade de seu diretor. Welles se preparou para a tarefa de sua estreia em Hollywood estudando a linguagem dos clássicos, em visitas frequentes ao acervo da Cinemateca de Nova York. Por todo um ano antes de começar as filmagens, ele visitou bastidores de outras produções para aprender segredos técnicos. Com essa experiência, importou recursos visuais e narrativos que haviam sido usados por outros cineastas, mas deu a eles uma personalidade, uma caligrafia única; em resumo, um estilo.


Radicalidade levou artista ao fracasso
Depois de alcançar o apogeu instantâneo em sua estreia, a carreira de Welles no cinema tomou um rumo errático. O problema maior do artista não foi a falta de talento, mas o excesso.

Apesar de elogiado, Cidadão Kane deu prejuízo a seu estúdio, a RKO. A discordância entre ambição artística e baixo desempenho de mercado determinou dificuldades nos passos seguintes de Welles, que ficaram marcados pela interferência dos produtores em sua concepção autoral.

Seu filme seguinte, Soberba, feito em 1942, teve a montagem original completamente modificada enquanto Welles se encontrava no Brasil filmando It’s All True. Irritado com suas más relações com Hollywood, o diretor exilou-se na Europa em 1948 e nas décadas seguintes produziu irregularmente, contando com a ajuda de amigos e admiradores.

O que não impediu que, mesmo aquém dos resultados de Cidadão Kane, Welles prosseguisse sua revolução em títulos indispensáveis, entre os quais Mr. Arkadin (1955), A Marca da Maldade (1958), O Processo (1962) e Verdades e Mentiras (1974).


Título lidera lista de 100 melhores desde 1962
Lançado nos Estados Unidos em 1941, o culto a Cidadão Kane só começou de fato a partir de 1946, quando chegou à Europa (cujo mercado só se reabriu para produções norte-americanas após o fim da Segunda Guerra).

A partir de 1952, com a iniciativa da prestigiosa revista inglesa Sight & Sound, as principais publicações começaram a produzir suas listas de melhores filmes de todos os tempos, feitas com base em consultas a centenas de diretores e críticos de cinema de todo o mundo. A cada dez anos, ela refaz sua enquete, que mantém o posto de a mais tradicional.

Curiosamente, na lista de 1952, o filme de Welles não se encontra nem entre os dez primeiros. Mas, em 1962, conquista a primazia, lugar que manteve até a última publicada pela revista, em 2002.

A própria Sight & Sound aponta os motivos: “ainda é rebelde ante Hollywood, irônico no tratamento da realidade e da celebridade, reflexivo ao jogar com as convenções cinematográficas e perspicaz na combinação de gêneros, desde a comédia maluca até o primeiro noir”. [Atualizando a informação: na lista de 2012 da Sight & Sound, o Top 50, posterior ao lançamento da Revista Bravo!, Cidadão Kane perdeu o primeiro lugar para Um Corpo Que Cai, de Alfred Hitchcock, de 1958. A estreia de Welles ocupou a segunda colocação]

Cidadão Kane / Citizen Kane
Diretor: Orson Welles
Estados Unidos (1941).
Bravo! Especial - 2009

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

'Cidadão Kane', filme de Orson Welles, em exibição no Cinemarana



Cinemarana (com mediação de Elvis Pinheiro)
Mostra O Monumental Orson Welles
Exibição do filme Cidadão Kane
Ficha técnica:
Título original: Citizen Kane
Direção: Orson Welles
Roteiro: Herman J. Mankiewicz, Orson Welles
Elenco: Joseph Cotten, Dorothy Comingore, Agnes Moorehead, Ruth Warrick, Ray Collins, Erskine Sanford, Everett Sloane, William Alland, Paul Stewart, George Coulouris
Duração: 119 minutos
Ano: 1941
País de origem: Estados Unidos

"Baseado na vida do magnata das comunicações William Randolph Hearst, conhecemos a história de Charles Foster Kane, o homem que construiu um império a partir do nada, mas que vivia uma vida pessoal extremamente ruim. Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro, é considerado um dos filmes mais importantes da história do cinema." (sinopse da divulgação do evento)

Para ler um texto sobre Cidadão Kane, na Revista Bravo! Especial: 100 Filmes Essenciais, clique aqui.

Exibição na segunda-feira, 06 de abril de 2015, às 19h
 No SESC Crato-CE. Entrada gratuita.

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Banda Cassine faz show no Armazém do Som, em Crato



Armazém do Som com show da Banda Cassine
Cassine: George Antonio (voz e violão), Judá Holanda (guitarra e voz), Mateus Holanda (baixo e voz), Ricardo Monteiro (bateria)
Quinta-feira, 02 de abril de 2015, 20h
No Teatro Adalberto Vamozi (SESC Crato-CE)
Entrada gratuita.

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Programação Orient Cinemas Cariri Shopping - de 02/04 a 08/04/2015

Cinderela
(Cinderella, 2015)
Direção: Kenneth Branagh
Elenco: Lily James, Helena Bonham-Carter, Cate Blanchett, Richard Madden, Stellan Skarsgård, Richard Madden, Sophie McShera , Holliday Grainger, Derek Jacobi, Nonso Anozie
Produção executiva: Tim Lewis, Barry H. Waldman
Produção: Simon Kinberg, Allison Shearmur, David Barron
País: EUA
Gênero: Aventura, Drama, Família, Fantasia
Duração: 112 minutos
Distribuidor: Walt Disney Studios
Classificação indicativa: livre
Sinopse: A história de Cinderela segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas, Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera), na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe e "ter coragem de ser gentil". Ela não cederá ao desespero nem aos que a maltratam. E depois tem o belo estranho que ela conhece na floresta. Sem saber que, na verdade, trata-se de um príncipe, não um mero aprendiz do Palácio, Ella finalmente sente que encontrou uma boa alma. Parece que sua sorte está prestes a mudar quando o Palácio envia um convite aberto a todas as donzelas do reino para ir a um baile, aumentando as esperanças de Ella de encontrar novamente o encantador Kit (Richard Madden). Infelizmente, sua madrasta a proíbe de ir ao baile e, impiedosamente, rasga seu vestido. Mas, como em todo bom conto de fadas, surge ajuda, e uma gentil mendiga (Helena Bonham-Carter) aparece e – armada com uma abóbora e alguns ratinhos – muda a vida de Cinderela para sempre. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h40, 16h00, 18h30 (Sala 1)
Legendado: 21h (Sala 1)
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Velozes e Furiosos 7
(Furious 7, 2013)
Direção: James Wan
Produção executiva: Thomas Tull, Samantha Vincent
Produção: Vin Diesel, Michael Fottrell, Neal H. Moritz
Elenco: Jason Statham, Dwayne Johnson, Vin Diesel, Paul Walker, Elsa Pataky, Jordana Brewster, Lucas Black, Michelle Rodriguez, Kurt Russell
País: EUA
Gênero: Ação, Thriller
Duração: 137 minutos
Distribuidor: Universal Pictures
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: Dando continuidade às aventuras globais da franquia construída à base de velocidade, Vin Diesel, Paul Walker e Dwayne Johnson lideram o elenco de Velozes e Furiosos 7. O novo capítulo da série de sucesso conta com direção de James Wan e ainda traz de volta os atores Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Chris Brigdes `Ludacris´, Elsa Pataky e Lucas Black. A franquia ainda traz novos astros internacionais ao elenco, dentre eles Jason Statham, Djimon Hounsou, Tony Jaa, Ronda Rousey e Kurt Russell. Neal H. Moritz, Vin Diesel e Michael Fottrell voltam a produzir o filme que conta com roteiro de Chris Morgan. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado 3D: 13h, 18h40 (Sala 2)
Dublado: 15h50  (Sala 2)
Legendado: 21h30 (Sala 2)
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Cada Um na Sua Casa
(Home, 2014)
Direção: Tim Johnson
Elenco: Vozes de: Steve Martin, Rihanna, Jim Parsons, Jennifer Lopez, Matt Jones, Derek Blankenship, Nigel W. Tierney
Produção: Suzanne Buirgy, Mireille Soria
País: Estados Unidos
Gênero: Ação, Animação, Fantasia
Duração: 99 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Classificação etária: livre
Sinopse: Em Cada Um Na Sua Casa, quando a Terra é invadida pelos confiantes Boov - uma raça alienígena em busca de um novo lar - todos os humanos são prontamente deslocados, enquanto os Boov se ocupam de organizar o planeta. Porém, uma esperta garota chamada Tip (voz de Rihanna) consegue evitar ser capturada e acidentalmente transforma-se em cúmplice de um Boov exilado chamado Oh (voz de Jim Parsons). Os dois fugitivos percebem que há muito mais em risco que um simples dano às relações intergaláticas e embarcam na aventura de suas vidas. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 16h10, 18h20 (Sala 3)
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O Garoto da Casa ao Lado
(The Boy Next Door, 2015)
Direção: Rob Cohen
Elenco: Ryan Guzman, Jennifer Lopez, Kristin Chenoweth, John Corbett, Bailey Chase, Ian Nelson, Lexi Atkins, Raquel Gardner, Kari Perdue, Chad Bullard
Produção executiva: Jeanette Brill, Couper Samuelson, Zac Unterman
Produção: Jason Blum, Elaine Goldsmith-Thomas, John Jacobs, Jennifer Lopez
País: Estados Unidos
Gênero: Thriller
Duração: 91 minutos
Distribuidor: Universal Pictures
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: A produção, que tem Jennifer Lopez, Ryan Guzman, John Corbett, Ian Nelson e Kristin Chenoweth no elenco, explora a atração proibida entre uma mulher divorciada e um vizinho mais jovem, em um relacionamento que vai além dos limites. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Legendado: 14h10, 20h30 (Sala 3)
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O Sétimo Filho
(Seventh Son, 2013)
Direção: Sergey Bodrov
Elenco: Ben Barnes, Julianne Moore, Alicia Vikander, Kit Harington, Jeff Bridges, Djimon Hounsou, Olivia Williams, Antje Traue
Produção executiva: Jon Jashni, Brent O´Connor, Alysia Cotter
Produção: Basil Iwanik, Thomas Tull, Lionel Wigram
País: EUA
Gênero: Ação, Aventura
Duração: 102 minutos
Distribuidor: Universal Pictures
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Em um passado distante, um mal está prestes a ser desencadeado e reacenderá mais uma vez a guerra entre as forças humanas e sobrenaturais. Mestre Gregory (Jeff Bridges) é um cavaleiro que aprisionou há séculos a Mãe Malkin (Julianne Moore), uma poderosa e malévola bruxa. Mas ela escapou e agora quer se vingar. Invocando seus seguidores de cada encarnação, Mãe Malkin se prepara para soltar sua terrível ira sobre um mundo desprevenido. Apenas uma coisa está em seu caminho. Mestre Gregory. Em um encontro mortal, Gregory fica cara a cara com o mal que ele sempre temeu voltar. Ele só tem até a próxima lua cheia para fazer o que, geralmente, leva anos: treinar seu novo aprendiz, Tom Ward (Ben Barnes), para lutar contra uma magia negra diferente de todas as outras A única esperança do homem está no sétimo filho de um sétimo filho. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 16h50, 21h10 (Sala 4)
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Ponte Aérea
(Ponte Aérea, 2014)
Direção: Julia Rezende
Elenco: Letícia Colin, Caio Blat, Emílio de Melo, Felipe Camargo, Sylvio Zilber, Nicolas Cruz, Gabriela Rocha, Martha Nowill, Silvio Guindane, Cris Flores, Marina Rigueira
Produção executiva: Tathiana Mourão
Produção: Mariza Leão, Erica Iootty
Classificação etária: 14 anos
País: Brasil
Gênero: Drama
Duração: 100 minutos
Distribuidor: Downtown/Paris
Sinopse: Bruno (Caio Blat) e Amanda (Leticia Colin) se conhecem durante um voo que, devido a uma tempestade, tem seu trajeto desviado e faz um pouso de emergência de Belo Horizonte, onde seus passageiros irão passar a noite. Amanda é uma jovem e bem-sucedida publicitária, Bruno é um artista plástico talentoso mas que se recusa a amadurecer. Apesar de serem bem diferentes, os dois sentem uma atração inexplicável um pelo outro e vivem um amor momentâneo. O filme discute a dificuldade dos jovens em criar laços duradouros e sua resistência em enfrentar questões da vida adulta. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Filme nacional: 14h40, 19h (Sala 4)
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Kingsman: Serviço Secreto
(Kingsman: The Secret Service, 2014)
Direção: Matthew Vaughn
Elenco: Colin Firth, Mark Hamill, Samuel L. Jackson, Mark Strong, Michael Caine, Jack Davenport, Taron Egerton, Sofia Boutella, Neve Gachev
Produção: Adam Bohling, David Reid, Matthew Vaughn
País: EUA, Inglaterra
Gênero: Ação, Aventura, Comédia
Duração: 129 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse: Baseado na aclamada história em quadrinhos e dirigido por Matthew Vaughn (X-Men: Primeira Classe), Kingsman: Serviço Secreto conta a história de uma agência de espionagem super secreta, que recruta um garoto desleixado, mas promissor, para participar do treinamento competitivo da agência, ao mesmo tempo em que um gênio da tecnologia ameaça o mundo. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h50, 16h30, 19h10 (Sala 5)
Legendado: 21h50 (Sala 5)
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A Série Divergente: Insurgente
(Insurgent, 2014)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet, Naomi Watts, Jai Courtney, Ansel Elgort, Maggie Q, Zoë Kravitz, Ray Stevenson, Octavia Spencer
Produção executiva: Neil Burger, David Hoberman, Todd Lieberman, Barry H. Waldman
Produção: Lucy Fisher, Pouya Shahbazian, Douglas Wick
País: Estados Unidos
Gênero: Ação, Aventura, Ficção-científica
Duração: 119 minutos
Distribuidor: Paris Filmes
Sinopse: Em A Série Divergente: Insurgente, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Kate Winslet), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris, com Quatro a seu lado, encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo. Desafie a realidade, busque a verdade. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h30, 17h, 19h30 (Sala 6)
Legendado: 22h (Sala 6)
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Ingresso:
Valores Inteiros (exceto Sala 3D Digital):
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$11,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$ 15,00

Valores Inteiros para a Sala 3D Digital:
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$15,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$20,00.

Promoção:
De segunda a quarta-feira, todos os ingressos por R$ 5,50, exceto sessões 3D (R$7,50 + R$4,00 óculos)

No Cinema do Cariri Garden Shopping (Juazeiro do Norte-CE)
Site Orient Cinemas: http://www.orientcinemas.com.br/
Número de telefone do cinema: (88) 3571.8275.

Programação sujeita a alterações.

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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Lume - Ciclo de Leituras: 7 anos de leitura ininterrupta e com muito prazer



por Elvis Pinheiro

Neste 1º de abril [de 2015], o Lume completa 7 anos e já está na hora de reviver leituras e trazer novos leitores. De abril até novembro, portanto em sete meses, sempre às terças-feiras, às 19h, revisitaremos textos inesquecíveis e importantíssimos da cultura brasileira e internacional: poesias/letras de músicas, livros bíblicos, óperas, contos, novelas, romances, ensaios, artigos, entrevistas, fotografias, filmes, reproduções de obras de arte, críticas, peças teatrais...

Duas horas de leitura, das 19h às 21h, dentro da Biblioteca do SESC Crato. Lermos de tudo um pouco e sem que precisemos opinar, sem que precisemos estudar. Ler por prazer. Lermos juntos, como se tivéssemos ido a um espetáculo. A leitura como o grande espetáculo da semana.

Tudo começou num 1º de abril de 2008, numa das salas do curso de Letras da URCA, no horário da tarde. Dali em diante o grupo foi mudando dia a dia, encontro a encontro. Porque na verdade o Lume nunca foi um grupo. O Lume é um evento, é um momento, é uma chance que podemos nos dar para ler alguma coisa com outras pessoas ao redor. Saiu da URCA e entrou na Biblioteca do SESC Crato.

Hoje, não consigo imaginar o Lume em nenhum outro lugar e posso imaginá-lo acontecendo em todos os lugares. Onde pelo menos duas pessoas se encontrarem para lerem juntas, com certa regularidade, algo que não seja por estudo ou obrigação, ali se deu o Lume.

Já fiz Lume à beira de uma nascente, no alto de uma montanha, na casa de amigos, em bares, restaurantes, atravessando a madrugada, durante um Réveillon.

O Lume é uma ideia e não um método. É o Lume que eu vivencio há sete anos que está, hoje, aniversariando, e é este Lume que eu quero que continue vivo por outros tantos anos na minha vida. Porque o Lume é uma permissão que me dou pelo menos uma vez por semana de ler coisas tão boas, de fazer descobertas tão incríveis.

Ontem, 31 de março, era uma terça-feira e, portanto, noite de Lume. Avisei para Tina Borges, minha fiel companheira de leituras e que responde pela Biblioteca do SESC Crato, que nesta noite eu não iria; que não haveria Lume. Pois aconteceu de eu marcar com um amigo, o Ravi, de irmos para um Restaurante no Juazeiro e lá, numa daquelas mesas, cada um com um arsenal de livros, fomos entre goles de cerveja, lendo em voz alta poemas do Drummond, poemas dos poetas do Cariri, trechos do Elogio à Loucura, o início vertiginoso do Trópico de Capricórnio e do Alexis da Margueritte Yourcenar. O que tivemos foi exatamente um Lume. O que comemoramos ali foi o aniversário do Lume no contexto que se nos apresentou. Porque lugar de ler é em qualquer lugar que se queira.

O Lume oficial está de portas abertas para novos leitores de todas as idades. Quem leu até aqui, sinta-se convidado para o nosso próximo encontro, terça-feira que vem, lá na Biblioteca do SESC Crato, às 19h.

Elvis Pinheiro, 1º de abril de 2015, Juazeiro do Norte, Cariri, Ceará, Brasil.

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Santo Rock & Blues com as bandas Vai Acordar o Pivete, BluesIn e Monticelli



Santo Rock & Blues
Show com as bandas Vai Acordar o Pivete, BluesIn e Monticelli
Sábado, 04 de abril de 2015, a partir das 17h
No Pink Floyd Bar (Crato-CE)
Ingressos à venda - R$15,00 (1º Lote):
Trilha Sonora (Crato), Avalon Locadora (Juazeiro), Pink Floyd Bar (local do evento)
+ info.: (88) 8823-9782 / 9666-9666.

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