quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Prosseguem os mistérios oceânicos



por Amador Ribeiro Neto

Os livros sem pé nem cabeça, quer seja, sem qualidade poética propriamente dita, abundam entre os 18 semifinalistas do Prêmio Oceanos 2015. Continuemos.

Um teste de resistores, de Marília Garcia (Rio: 7Letras, 2014), é uma narrativa pobre, sem inventividade, elencando situações, sensações, sentimentos, observações, em ritmo repetitivo que se torna monótono. A poetisa parece buscar um diferencial para seu texto. Mas, na melhor das hipóteses, perde-se na própria busca. O que temos é um livro enxovalhado, que nasce morto. Quando o orelhista observa que estamos diante de “uma espécie de diário crítico-afetivo, uma longa meditação caprichosa”, ele não se dá conta de que resume bem o mau livro: diariozinho de meditação autocaprichosa. Enfim: um nadinha de nadica. Poesia não manda recado: pela forma, informa. E “Um teste de resistores” é um teste para o leitor. Que não resiste, não consegue chegar ao fim deste emaranhado de palavras catadas ao acaso.

Rede, de Paula Glenadel (Rio de Janeiro: Confraria do Vento, 2014), talvez seja o pior livro dentre os finalistas. Sua aspiração a ser “prosa poética” não passa de vaidosa pretensão. Digo isto porque a leitura é chata. Muito chata. E a autora, no posfácio, “explica” o que seu livro é. Ou deveria ser, na verdade. Se fosse, dispensaria a explicação da própria autora. Se ela mesma faz e sente a necessidade de justificar-se, é porque há algo que não deu certo aí. E o desandado é a própria rede que, ao invés de enredar, cativando o leitor, enfada-o. Texto que se pretende polifônico, nas entrelinhas, citações, intertextualidades. Mas que é monológico, falando apenas com o seu (e de seu) próprio umbigo. A erudição de que se vale, morre em si mesma, nada acrescentando ao universo da poesia. Paula Glenadel deveria ter lido A cicatriz de Marilyn Monroe, de Contador Borges, antes de escrever seu destempero. Enfim, uma atrapalhação. Quem explica sua indicação ao Oceanos?

Minimoabismo, de Priscila Merizzio (São Paulo: Patuá, 2014), é um amontoado de metáforas esdrúxulas beirando o surreal, somado a um coloquialismo mal resolvido. Com estes dois ingredientes, mais algumas ideias esgarçadas sobre o cotidiano e suas fantasias, a poetisa acredita que faz poesia. Seu livro é um profundo embuste sobre a poesia e sua linguagem. O livro anda na via dos poetas neomarginais. Por isto nem anda: coxeia. Minimoabismo poderia render um bom livro, se tivesse optado pelo rigor poético ao invés das facilidades “espontâneas” que as sensações poéticas proporcionam. Mas optou pelo palatável, pelo fácil, pelo bobo. Pague o preço de sua insignificância. Só permanece a dúvida: como um livro assim, mal acabado, mal composto, mal feito, pode estar entre os semifinalistas?

Enfim, dos 18 livros selecionados para esta penúltima parte do prêmio Oceanos 2015, oito não têm a menor elaboração poética para fazer jus a esta etapa. É incompreensível. É inadmissível.

Os outros dez restantes, embora bastante desiguais entre si, apresentam qualidades que justificam suas escolhas. São eles, por ordem alfabética: 11/12 onze duodécimos, de Horácio Costa; A flor do gol, de Sérgio de Castro Pinto; Clio, de Marco Lucchesi; Experiências extraordinárias, de Rodrigo Garcia Lopes; Geografia aérea, de Manoel Ricardo de Lima; Parte de paisagem, de Adriana Lisboa; Poemas apócrifos de Paul Valéry, de Márcio-André; Retornaremos das cinzas para sonhar com o silêncio, de Marcelo Ariel; Saccola de feira, de Glauco Mattoso; Totem, de André Vallias.

Por fim, fica a grande dúvida, a maior de todas: por que o melhor livro de poesia de 2014, e um dos melhores dos últimos anos, não consta dos semifinalistas? Refiro-me a Corpo de festim, de Alexandre Guarnieri (Rio de Janeiro: Confraria do Vento, 2014). Que enigma é este? Alexandre, em seu segundo livro, confirma que faz a poesia mais densa, elaborada, inovadora e criativa do país hoje. Como não consta dos semifinalistas? Grande enigma. Enigma oceânico que vai perpassar o certame 2015.

Para ler a primeira parte do texto (‘Mistérios oceânicos’), clique aqui.
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Publicado pelo jornal Contraponto, de João Pessoa-PB. Caderno B, coluna “Augusta Poesia”, dia 02 de outubro de 2015, p. B-7.

Amador Ribeiro Neto é poeta, crítico literário e de música popular. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Professor do curso de Letras da UFPB.

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‘Dr. Fantástico’, filme de Stanley Kubrick, em Nova Olinda



Cine Café Volante (com mediação de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Dr. Fantástico
Ficha técnica:
Título original: Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb
Direção: Stanley Kubrick
Roteiro: Peter George, Stanley Kubrick, Terry Southern
Elenco: Peter Sellers, Sterling Hayden, George C. Scott, Keenan Wynn
Duração: 93 minutos
Ano: 1964
Países de origem: Estados Unidos, Reino Unido

“Um general completamente insano resolve ameaçar, em pleno período da Guerra Fria, a URSS com bombas nucleares, o que poderia gerar um Holocausto fulminante na Terra. Todas as principais autoridades fazem de tudo para evitar o pior. Com o genial Peter Sellers no elenco.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na sexta-feira, 09 de outubro de 2015, às 19h
Na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda-CE. Entrada gratuita.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Programação Orient Cinemas Cariri Shopping - de 08/10 a 14/10/2015

A Travessia
(The Walk, 2014)
Direção: Robert Zemeckis
Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Charlotte Le Bon, Ben Kingsley, James Badge Dale, Ben Schwartz, Steve Valentine, Clément Sibony, Sergio Di Zio
Produção executiva: Cherylanne Martin
Produção: Jack Rapke, Tom Rothman, Steve Starkey, Robert Zemeckis
País: EUA
Gênero: Aventura, Biografia, Drama
Duração: 123 minutos
Distribuidor: Sony Pictures
Classificação etária: 12 anos
Sinopse: A Travessia é a história real de um jovem sonhador, Philippe Petit, e um grupo de recrutas improváveis que, juntos, alcançam o impossível: uma travessia ilegal sobre cabo no imenso vazio entre as torres do World Trade Center. Com pouco mais de coragem e ambição cega, Petit e sua desorganizada equipe superam obstáculos assustadores, traições, inúmeras situações arriscadas e todas as adversidades para vencer o sistema e executar seu plano maluco. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 13h30, 16h10, 18h50 (Sala 4)
Legendado: 21h30 (Sala 4)
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Peter Pan
(Pan, 2015)
Direção: Joe Wright
Elenco: Hugh Jackman, Amanda Seyfried, Garrett Hedlund, Rooney Mara, Adeel Akhtar, Levi Miller, Jack Charles, Kathy Burke, Kurt Egyiawan, Lewis MacDougall, Leni Zieglmeier
Produção executiva: Tim Lewis
Produção: Greg Berlanti, Paul Webster, Sarah Schechter
Classificação indicativa: 10 anos
País: EUA
Gênero: Aventura, Família, Fantasia
Duração: 111 minutos
Distribuidor: Warner Bros.
Sinopse: Peter Pan (Levi Miller) é um garoto travesso de 12 anos com uma característica rebelde irreprimível, mas no sombrio orfanato de Londres onde passou toda a sua vida, essas qualidades certamente não evoluem e muito menos `voam´. Então, em uma noite incrível, Peter Pan é levado para longe do orfanato e transportado para um mundo fantástico de piratas, guerreiros e fadas chamado Terra do Nunca. Lá, ele encontra extraordinárias aventuras e batalhas de vida ou morte, enquanto tenta descobrir o segredo de sua mãe, que o deixou no orfanato há muito tempo, e seu lugar de direito nesta terra mágica. Juntando-se com a guerreira Princesa Tigrinha (Rooney Mara) e um novo amigo chamado James Gancho (Garrett Hedlund), Peter Pan tem que derrotar o cruel pirata Barba Negra (Hugh Jackman) para salvar a Terra do Nunca e descobrir seu verdadeiro destino - se tornar o herói que será conhecido para sempre como Peter Pan. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado 3D: 13h, 18h (Sala 2)
Dublado: 15h30, 20h30 (Sala 2)
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Vai que Cola - O Filme
(Vai que Cola - O Filme, 2015)
Direção: César Rodrigues
Produção executiva: Adrien Muselet, Gil Ribeiro
Produção: Pedro Buarque de Hollanda, Luiz Noronha
Elenco: Paulo Gustavo, Cacau Protásio, Catarina Abdalla, Marcus Majella, Samanta Schmutz, Fernando Caruso, Emiliano D´Avila, Fiorella Mattheis, Oscar Magrini, Werner Schünemman, Márcio Kieling
País: Brasil
Gênero: Comédia
Duração: 100 minutos
Distribuidor: H2O Films
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Valdomiro Lacerda (Paulo Gustavo) é um tipo metido a malandro, que perdeu todo seu dinheiro ao ser envolvido em uma falcatrua da empresa da qual era sócio. Para fugir da polícia, Valdo se muda para pensão de Dona Jô (Catarina Abdalla), no subúrbio do Rio de Janeiro, onde passa os dias reclamando da nova realidade e sonhando com um retorno apoteótico à antiga vida de luxo. Quando um ex-sócio o procura com um plano para recuperar sua cobertura de frente para o mar, Valdo acha que suas preces foram atendidas... Só que Valdo não contava que a ida inesperada e imprevista de toda a turma da pensão - além de Dona Jô, Ferdinando (Marcus Majella), Terezinha (Cacau Protásio), Jéssica (Samantha Schmutz), Máicol (Emiliano D´Avila), Velna (Fiorella Mattheis) e Wilson (Fernando Caruso) – fosse pôr em risco seu plano. Prepare-se: a turma do subúrbio carioca vai levar muita confusão para o bairro mais caro do Brasil. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Filme nacional: 14h50, 17h, 19h10, 21h20 (Sala 6)
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A Possessão do Mal
(The Possession of Michael King, 2014)
Direção: David Jung
Produção executiva: Guy Danella, Scott Niemeyer
Produção: Paul Brooks
Elenco: Shane Johnson, Ella Anderson, Cara Pifko, Krystal Alvarez, Tomas Arana, Luke Baines, Dale Dickey, Cullen Douglas
País: EUA
Gênero: Terror
Duração: 83 minutos
Distribuidor: PlayArte Pictures
Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Michael King não acredita nem em Deus nem no Diabo. Depois de perder sua esposa, Michael decide fazer um experimento com ele mesmo e registrar tudo em vídeo. A sua intenção é comprovar que não existe espiritualismo e religião, mas quando menos espera uma força maligna toma conta dele. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h20, 19h (Sala 5)
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Perdido em Marte
(The Martian, 2014)
Direção: Ridley Scott
Elenco: Matt Damon, Kate Mara, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Mackenzie Davis, Sean Bean, Sebastian Stan, Donald Glover, Jeff Daniels, Michael Peña
Produção executiva: Aditya Sood
Produção: Mark Huffam, Simon Kinberg, Michael Schaefer, Ridley Scott
País: EUA
Gênero: Ação, Aventura, Ficção-científica
Duração: 130 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Durante uma missão a Marte, o astronauta Mark Watney (Matt Damon) é dado como morto após uma feroz tempestade e é deixado para trás por sua tripulação. Mas Watney sobrevive e encontra-se sem recursos e sozinho no planeta hostil. Apenas com suprimentos escassos, Watney deve contar com a sua criatividade, engenho e espírito para subsistir e encontrar uma maneira de sinalizar à Terra que está vivo. A milhões de quilômetros de distância, a NASA e uma equipe de cientistas internacionais trabalham incansavelmente para trazer `o marciano´ de volta enquanto seus colegas de tripulação simultaneamente traçam uma ousada, se não impossível, missão de resgate. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 14h40, 17h40 (Sala 3)
Legendado: 20h50 (Sala 3)
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Hotel Transilvânia 2
(Hotel Transylvania 2, 2015)
Direção: Genndy Tartakovsky
Elenco: Vozes de: Adam Sandler, Selena Gomez, Andy Samberg, Steve Buscemi, Kevin James, Mel Brooks, David Spade, Fran Drescher
Produção executiva: Allen Covert, Adam Sandler, Ben Waisbren
Produção: Michelle Murdocca
País: EUA
Gênero: Animação, Comédia, Família
Duração: 89 minutos
Distribuidor: Sony Pictures
Classificação indicativa: livre
Sinopse: A turma do Drácula está de volta na nova comédia monstruosa da Sony Pictures Animation, Hotel Transilvânia 2! Parece que tudo está melhorando no Hotel Transilvânia... Drácula finalmente relaxou sua rígida política de 'somente monstros' e passou a permitir hóspedes humanos. Mas por trás de caixões fechados, Drácula está preocupado porque seu adorável neto, meio-humano e meio-vampiro, Dennis, não demonstra nenhum sinal de que um dia será um vampiro. Então, enquanto Mavis está ocupada visitando seus novos parentes humanos com Johnny – e vivenciando seu próprio choque cultural – o vovô Drac recruta seus amigos Frank, Murray, Wayne e Griffin para ajudá-lo a fazer Dennis passar por uma escolinha de monstros. Mas o que eles nem imaginam é que o rabugento, conservador e muito muito velho pai de Drácula, Vlad, veio fazer uma visita ao hotel. Quando Vlad descobre que seu bisneto não é um sangue-puro, e que humanos agora são bem-vindos ao Hotel Transilvânia, ele fica maluco! (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado 3D: 14h30, 18h40 (Sala 1)
Dublado: 16h40, 20h40 (Sala 1)
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Maze Runner: Prova de Fogo
(Maze Runner: Scorch Trials, 2015)
Direção: Wes Ball
Elenco: Dylan O´Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Giancarlo Esposito, Patrícia Clarkson, Aidan Gillen, Katherine McNamara, Nathalie Emmanuel
Produção: Marty Bowen, Wyck Godfrey, Ellen Goldsmith-Vein, Joe Hartwick Jr., Lee Stollman
País: EUA
Gênero: Ação
Duração: 131 minutos
Distribuidor: 20th Century Fox
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: Neste próximo capitulo da saga épica Maze Runner, Thomas (Dylan O´Brien) e seus companheiros Clareanos vão encarar seus maiores desafios até agora: procurar por pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Sua jornada os leva até O Deserto, um cenário desolado repleto de obstáculos inimagináveis. Unindo-se com lutadores da resistência, os Clareanos desafiam as forças superiores da C.R.U.E.L e descobrem seus terríveis planos para todos eles. (para assistir ao trailer, clique aqui)

Dublado: 16h20, 21h (Sala 5)
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Ingresso:
Valores Inteiros (exceto Sala 3D Digital):
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$11,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$ 15,00

Valores Inteiros para a Sala 3D Digital:
Segunda, terça e quarta (exceto feriado e véspera de feriado): R$15,00 (o dia todo)
De quinta a domingo (e feriado): R$20,00.

Promoção:
De segunda a quarta-feira, todos os ingressos por R$ 5,50, exceto sessões 3D (R$7,50 + R$4,00 óculos)

No Cinema do Cariri Garden Shopping (Juazeiro do Norte-CE)
Site Orient Cinemas: http://www.orientcinemas.com.br/
Número de telefone do cinema: (88) 3571.8275.

Programação sujeita a alterações.

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Som acústico em Crato: Josú Ribeiro canta Los Hermanos



Josú Ribeiro canta Los Hermanos
E mais: Paralamas do Sucesso, Alceu Valença, Fagner e Cidade Negra
Sexta-feira, 09 de outubro de 2015, 22h
No Casarão Boteco (Crato-CE)
Couvert artístico: R$4,00.

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Clube do Leitor destaca ‘Olhai os Lírios do Campo’, de Érico Veríssimo



“Em Olhai os Lírios do Campo, de 1938, Érico Veríssimo convida-nos à reflexão dos valores do mundo contemporâneo. O autor alia a análise psicológica à social para traçar a trajetória de Eugênio, de indivíduo coisificado à sua humanização, com um lirismo ímpar em nossas letras.” (sinopse da divulgação do evento)
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Clube do Leitor
A Flor e o Concreto: a Dialética ser x ter no romance Olhai os Lírios do Campo
Facilitadora: Paula Izabela
Coordenação: Henoque Viríssimo de Amorim
Produção: Germano Araujo
Sexta-feira, 09 de outubro de 2015, 18h
No Centro Cultural Banco do Nordeste - CCBNB Cariri
Juazeiro do Norte-CE
Entrada gratuita.

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Feira Cariri Criativo de outubro de 2015



Feira Cariri Criativo
De 08 a 10 de outubro de 2015
Na RFFSA, Crato-CE
Gratuito
Realização: Do Cariri - Programa de Extensão UFCA Pró Reitoria de Cultura UFCA Pró Reitoria de Extensão UFCA SESC
Co-realização: Secult - Crato
Parceria: CCBNB e Cine Arte Clube.

Programação:

Quinta-feira (08/10):
18h: Vinil > Cláudio Reis
20h: Show > Cordal

Sexta-feira (09/10):
18h: Discotecagem > Sergio Bonilha
20h: Show > Quebra Tranca

Sábado (10/10):
18h: Cine Arte Clube > O Padre Azul
19h: Irmãos Aniceto
20h: Show > Selestrial (Júnior Crato e Fabrício Rocha).

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Edu Falaschi, Glory Fate e Lower se apresentam em Juazeiro do Norte



“Edu Falaschi (ex-vocalista do Angra) fará, dia 10 de outubro, um show recheado de grandes clássicos do Metal. Iron Maiden, Megadeth, Kiss, Judas Priest, Angra e muito mais, na voz de um dos melhores vocalistas do mundo.” (sinopse da divulgação do evento)
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Metal Classic Tribute
Show com Edu Falaschi
Banda de suporte: Bergson Leite, Marcos Santos, Valber Santana e Diego Vidal
E mais: show das bandas Glory Fate e Lower
Sábado, 10 de outubro de 2015, 22h
Na Iguatemi Casa de Shows (Juazeiro do Norte-CE)
Ingressos (1º lote): R$30,00
À venda na Porão Rock e na Shinigami Store (Juazeiro do Norte).

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‘Aquele Que Sabe Viver’, filme de Dino Risi, em exibição no Cinematógrapho



Cinematógrapho (com curadoria e mediação de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Aquele Que Sabe Viver
Ficha técnica:
Título original: Il sorpasso
Direção: Dino Risi
Roteiro: Dino Risi, Ettore Scola, Ruggero Maccari
Elenco: Vittorio Gassman, Catherine Spaak, Jean-Louis Trintignant, Claudio Gora, Luciana Angiolillo, Linda Sini, Franca Polesello, Barbara Simon
Duração: 108 minutos
Ano: 1962
País de origem: Itália

“No verão de 1962, Bruno, um playboy quarentão, leva Roberto, um tímido estudante de Direito, para uma viagem de dois dias pelas estradas de Roma e da Toscana. Com atuações memoráveis de Vittorio Gassman e Jean-Louis Trintignant.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na quarta-feira, 07 de outubro de 2015, às 19h
No SESC Juazeiro do Norte-CE. Entrada gratuita.

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domingo, 4 de outubro de 2015

“Ela teimou e enfrentou o mundo se rodopiando...”



por Elandia Duarte

Em tempos de uma pesquisa em que se veicula que o tipo de roupa utilizada pela mulher provoca a animalidade dos homens, sinto-me extremamente feliz por dar vida ao texto que aqui segue. Principalmente por ter sido este texto motivo de tanta inquietação e choro, pois me fez sentir impotente diante da não inspiração. Deixo aqui então meu agradecimento direto a todas as mulheres que se manifestaram esses dias diante da tal pesquisa. Esse texto é pra vocês, é pra nós!

Dois clássicos do cinema, duas atrizes fabulosas que, em tempos e momentos históricos diferenciados, dão vida a duas personagens marcantes que carregam a mesma marca: são mulheres que reprimem durante toda a trama sua liberdade, na tentativa de enquadrar-se nos padrões e sentirem-se menos fora das normas sociais.

Falo aqui da bela Brigitte Bardot no clássico E Deus criou a mulher, e do brasileiro e premiado Lavoura Arcaica, que conta com a belíssima atuação da, não menos bela, Simone Spoladore. Ambos os filmes nos prendem em todo o tempo no seu desenrolar, pelas imagens, roteiro, atuações fortes e marcantes de todo o elenco. Mas é nas cenas finais de ambos que esse pretenso texto focará.

O corpo, espaço de tantos desejos inconfessos e reprimidos, que pulsa e lateja, que grita pedindo vida, exigindo expansão! É este corpo rebelde e senhor de si que salta aos olhos do espectador encarnado na dança de Juliette (Bardot) e Ana (Spoladore) e num frenesi que só as pessoas que são cotidianamente reprimidas por serem excluídas e por terem a sua sexualidade escondida por imposição social, poderiam sentir e vivenciar.

A dança de Juliette e Ana, mais que um ato de sensualidade, é um ato de rebeldia. É o momento em que as personagens, uma delas a Ana, de Lavoura Arcaica, sem fala nenhuma durante as quase três horas de filme, traz à tona toda a carga dramática dos que são marcados e impedidos de sentirem por completo seu corpo e suas possibilidades.

No momento histórico em que nós, mulheres, somos levadas a ouvir que nossas vestimentas podem provocar estupro, vemos diante de nós a negação do nosso direito de sermos senhoras e donas de nós mesmas. Parece-me que os dois filmes aqui abordados nos mostram uma grande lição: dancemos! Dancemos mais e mais. À revelia de todos e de tudo! Que nosso corpo nos seja, nos permita viver e experienciar todas as formas de sentimentos e sensações que quisermos e que isso seja nós que decidamos como, quando e com quem!

Que nossos corpos, assim como os das duas personagens, dancem freneticamente e se mostrem e assim se afirmem, se empoderem e sejam! Nessa sociedade que tanto nos nega e nos reprime, sigamos o conselho do Arnaldo Antunes: “façamos nossa dor dançar”. Dancemos, meninas! Dancemos. 
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Elandia Duarte possui graduação em pedagogia pela Universidade Regional do Cariri (2008) e Especialização em Arte/Educação pela mesma Instituição. É professora, integrante do Grupo de estudos de Cinema Sétima e colaboradora na revista do grupo que carrega o mesmo nome. Compõe juntamente com mais quatro artistas o Coletivo Diadorins, e por fim, mas não menos importante é poeta e vez ou outra arrisca amadoramente no oficio de atriz.

Texto originalmente publicado na SÉTIMA: Revista de Cinema (edição 22, de julho de 2015), que é distribuída gratuitamente na Região do Cariri cearense. A Revista Sétima é uma publicação do Grupo de Estudos Sétima de Cinema, que se reúne semanalmente no SESC de Juazeiro do Norte-CE.

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sábado, 3 de outubro de 2015

Coquetel de lançamento da Revista Sétima (edição 25), em Juazeiro



Coquetel de lançamento da Revista Sétima (edição 25)
Cinema em pauta:
Exibição de curtas com a presença da diretora Adriana Botelho
Apresentação dos textos da edição
Coquetel e sorteio de livros e filmes
Terça-feira, 06 de outubro de 2015, 19h
No Teatro Sesc Patativa do Assaré (Juazeiro do Norte-CE)
Entrada gratuita.

Página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/876528025764936

Página da Revista Sétima no Facebook:
https://www.facebook.com/setima.cinema

Textos da Revista Sétima no blog O Berro:
http://oberronet.blogspot.com.br/search/label/S%C3%A9tima%3A%20Revista%20de%20Cinema

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‘No Tempo das Diligências’, filme de John Ford, no Cinemarana



Cinemarana (com curadoria e mediação de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme No Tempo das Diligências
Ficha técnica:
Título original: Stagecoach
Direção: John Ford
Roteiro: Dudley Nichols e Ben Hecht, baseados em conto de Ernest Haycox
Elenco: Claire Trevor, John Wayne, Thomas Mitchell, John Carradine
Duração: 96 minutos
Ano: 1939
País de origem: Estados Unidos

“Nove pessoas são obrigadas a embarcar em uma perigosa diligência através do Arizona, cada um com seu motivo pessoal para realizar tal viagem. Lotado de clássicas cenas do western, desde combates com índios até duelos na cidade.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição na segunda-feira, 05 de outubro de 2015, às 19h
No Sesc Crato-CE. Entrada gratuita.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Equívocos do mercado musical brasileiro

por Geraldo Junior

Acho um equívoco o mercado e os meios de comunicação tacharem a música nordestina como regional, de uma forma diminutiva. Desde nomes consagrados como Alceu Valença, até novos artistas, passam por esse preconceito e descriminação ilógica. Em vários momentos, eu também percebo trabalhos como o meu sendo vistos como algo menor por conta desse pensamento.

Toda a chamada arte regional também é universal e vice-versa. Independente das mil e umas possibilidades de suas livres formas de construção, execução e combinações de técnicas tradicionais ou contemporâneas.

Mesmo produzindo também um trabalho que passeia e se influencia direta e indiretamente por outros gêneros, a cena independente me vê como um artista da cultura popular ou forrozeiro. A cena mais tradicional me vê como um artista muito alternativo, e aí, na prática, isso poderia ser bom, mas acaba que muitas vezes eu fico no limbo. Independente dessa situação, com toda dificuldade, sigo sentido e pensando arte, construindo meu trabalho de maneira livre pra fazer o que acredito e me colocar além desses clichês todos.

Eu não preciso forçar a barra pra me vestir com um visual moderno pra fazer música alternativa, e nem de vaqueiro ou cangaceiro pra fazer forró. Muito menos misturar os dois pra mostrar que minha música organicamente é, e sempre foi, um pouco de tudo isso.

Nunca me contentei com esses rótulos. Naturalmente sempre estive além apenas da música como expressão, pois gosto de dançar, de interpretar, e penso a arte como linguagem universal, partindo, claro, de minha identidade local (que tanto prezo e respeito), mas nunca estando preso a ela.

Esse mercado além de um grande cartel escroto, se apropria desses termos e confunde as coisas. Eu sou antes de tudo um cantor sertanejo porque sou do sertão, mas mesmo no Cariri sempre curti e ouvi de tudo. Minha primeira banda era de rock, depois tive e toquei em bandas e grupos de coco, metal, eletrônica, MPB, pop, forró, fanfarra, reisado... E aí? Isso não é o Brasil?!

Essas discriminações, preconceitos, desigualdades sócio-culturais, de gênero, numero e grau vão realmente deixar de existir ou ao menos se tornar irrelevantes alguma dia? Acho também que precisamos de reforma agrária na música brasileira! Valorização real e oportunidade pra os pequenos e médios produtores independentes, estejam estes em coletivos e cooperativas ou não.

Quando a chamada música regional vai ser vista como universal por esse mercado? Isso é uma questão de periferia e centro. Essa história pode parecer bobagem, mas importa muito porque, para o povo, a ideia básica do que são as coisas, principalmente do que é vendido, vem dos meios de comunicação de massa e sua indústria do entretenimento pasteurizado que vende rebeldia e revolução como se fosse um refrigerante.
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Geraldo Junior é músico e escritor

Fotografia: Cidy Souza Photography

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Mistérios oceânicos



por Amador Ribeiro Neto

Foi divulgada a relação dos livros semifinalistas do Prêmio Oceanos, o antigo Portugal Telecom.

A lista traz 18 títulos na categoria poesia. Alguns deles já tivemos a oportunidade de comentar nesta coluna. Por isto mesmo nos causa espécie que títulos tão fracos figurem entre os melhores do ano passado. É o caso de Ondas curtas, de Alcides Villaça. Observamos sobre este livro: “Em Ondas curtas o poeta erra a mão de ponta a ponta. Erra quando quer ser engraçadinho. E só consegue ser ingênuo numa linguagem de clichês adolescentes”. Em outro momento da coluna: “O experimentalismo de linguagem nunca esteve entre as metas de Villaça. Já o coloquial, ele nunca atingiu com a leveza de um Bandeira, que imita descaradamente”. Enfim, um livro pífio. Não se entende como esteja entre os finalistas do Oceanos.

Outro livro estranho da lista é Homem visto em contraluz, de Marcus Vinicius Quiroga (Goiânia: Kelps, 2014), que recebeu menção honrosa no prêmio Pizarro Drummond, da União Brasileira dos Escritores do Rio de Janeiro. A poesia de Quiroga é dominada pelo maneirismo aos moldes de “fazer poesia bonitinha, agradável, plácida”. Ele vale-se de recursos classicizantes, tanto na forma como nos temas. Consegue ser palatável aos que adoram a mesmice mumificada. É extremamente desagradável nas soluções forçadas que se impõem a partir de um modelo de poesia anacrônico. É fraco, frágil, pleno do déja-vu. Não dá pra entender qual o motivo de figurar entre os semifinalistas.

A poesia neomarginal continua com todo gás. Vende a mais não poder. Seus poetas participam de festas e festivais literários. Promovem movimentadas noites de autógrafos. Concedem entrevistas. Promovem oficinas de criação poética. E até fazem palestras. Mesmo não escrevendo nada que tenha valor literário. Mesmo falando apenas abobrinhas. Mas a moda do momento é esta poesia palatável, adocicada, feita de notações ingênuas sobre a realidade e os sentimentos pessoais.

Laura Liuzzi com Desalinho (São Paulo: Cosac Naify, 2014) é uma das mais novas representantes desta corrente tipo “nada tenho a dizer e nada escrevo que valha a pena”. Seu livro é um alinhavado de versos produzidos ao sopro do momento. O coloquial deve ser a meta da poetisa. Mas ela não consegue realizá-lo a contento. Fica no estágio do prosaico. Suas observações sobre a vida, as pessoas, os sentimentos e a literatura irritam o leitor minimamente exigente com qualidade estética da poesia. Claro que em seus poemas, como na maioria dos poemas deste continente de boçalidades, há entradas sociológicas, psicológicas, históricas… e até de autoajuda. Mas volta a velha pergunta que não quer calar: o que é que a poesia tem a ver com isto?

Sônia Barros com Fios (Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura) é outro caso que desafia o bom senso: por que diabos consta da relação do prêmio Oceanos? O livro é uma mixórdia do empenho de construir “poesia dita profunda”, pra nos valermos da ironia cabralina, misturada com a displicência irresponsável da poesia neomarginal. Enfim: é um caos absurdo. Deve enganar apenas os bobos de plantão, impressionáveis pelos recursos técnicos da poesia canônica associada a recursos técnicos da poesia modernista. Resumo da ópera: a poetisa tenta engrupir o leitor com falsa erudição. Não cola. Não dá.

Querer falar de Luci Collin (Rio de Janeiro: 7Letras, 2014) é outro título dentro da linha “poesia se faz com negligência formal”. Ela bem que tenta, mas predomina o modelo de poesia feita pra agradar todo mundo do mundo todo. Ou seja: poesia sem identidade. Claro que seu livro é palatável aos devoradores de plantão. Mas, aos que digerem serena e tranquilamente, deliciando-se com os diferentes sabores e texturas, ele é um prato estragado. Ela quer falar. Mas não fala nada, em termos de poesia.

Na próxima semana continuo comentando, no geral, os finalistas Oceanos. Mais à frente retomo comentários a cada livro. Como fiz no ano passado. 
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Publicado pelo jornal Contraponto, de João Pessoa-PB. Caderno B, coluna “Augusta Poesia”, dia 25 de setembro de 2015, p. B-7.

Amador Ribeiro Neto é poeta, crítico literário e de música popular. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Professor do curso de Letras da UFPB.

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‘Cabaret’, filme de Bob Fosse, em exibição no Cine Café



Cine Café (com mediação e curadoria de Elvis Pinheiro)
Exibição do filme Cabaret
Ficha técnica:
Título original: Cabaret
Direção: Bob Fosse
Roteiro: Jay Presson Allen
Elenco: Liza Minnelli,Michael York, Joel Grey, Helmut Griem, Marisa Berenson, Elisabeth Neumann-Viertel, Helen Vita, Sigrid von Richthofen, Gerd Vespermann
Duração: 118 minutos
Ano: 1972
Países de origem: Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha

“Berlim, 1931. No Kit Kat Klub a música, a dança, o show não podem parar. Musical que acompanha o crescimento e o fortalecimento do partido nazista em meio a uma extravagante alegria.” (sinopse da divulgação do evento)

Exibição no sábado, 03 de outubro de 2015, às 17h30
No Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri (Juazeiro do Norte). Entrada gratuita.

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‘Ser Mainha’: encenações do espetáculo na Mostra Trupe em Ação



“Neste fim de semana é a vez do amor e da poesia, que é Ser Mainha, tomar conta da Mostra de Espetáculos Trupe em Ação. Ser Mainha surge a partir de um diário feito no período de gestação da mãe de Stella Bonfim, encenadora do trabalho, no qual os escritos se tornam cena. Mais que uma homenagem às mães, traz para o debate inúmeras questões e discussões sociais que o tema gravidez aborda; tais como aborto, gravidez indesejada, gravidez psicológica, violência obstétrica, entre outros. Não deixando de trazer uma sensibilidade, sinceridade e afeto. Ser Mainha é misturar amor e poesia num só corpo e num só ser. Venham gerar conosco este momento! Garantam seus ingressos!
Lembrando que antecipado paga o preço de meia, e aceitamos cartão Visa e Master. Venham que o evento tá lindo. Garantimos que não vão se arrepender! Evoé!” (sinopse da divulgação do evento)
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Mostra de Espetáculos Trupe em Ação - Trupe dos Pensantes
Espetáculo: Ser Mainha
Dias 02, 03 e 04 de outubro de 2015, 19h30
Local: Rua Leandro Bezerra, 81, Crato-CE
Em frente à Praça da Sé
Entrada: R$20,00 (inteira); R$10,00 (meia)
+ informações: (88)9.9655.0908 / 9.8803.1651.

Confira a programação da Mostra de Espetáculos Trupe em Ação clicando aqui!

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